1/30/2007

LIBERDADE DE IMPRENSA
Há liberdade de imprensa no Brasil? Acho que a liberdade de imprensa não existe no Brasil. Acho que a imprensa está sofrendo um cerceamento feroz e virulento. Notem como a mídia é sagaz, investigativa e denunciadora quando os casos ou pessoas da pauta são do governo Lula ou do PT. Mas quando o envolvido comprovadamente em maracutaias e corrupção não é do PT a mídia se cala. O Jungmann do PPS sumiu do noticiário: nem uma palavra, nem uma entrevista, não há jornalistas de plantão na porta de sua casa e muito menos o seguindo. A PF identificou pagamento de propina a Cícero Lucena, senador do PSDB, com fraudes em licitações, sobreposição de recursos federais para a mesma obra e doações para fins políticos. A Receita Federal detectou irregularidades ao confrontar as declarações de Imposto de Renda dos familiares de Cícero com suas movimentações financeiras. A revista IstoÉ publicou, mas os jornalões não deram nenhuma noticia, não estão cercando a casa do senador para entrevistá-lo, não estão investigando, não estão cobrando, não estão mostrando nem uma vírgula sequer de indignação. O ex-governador Alckmin, do PSDB, é o responsável direto pela contratação do consórcio Linha Amarela para a construção da linha 4 do Metrô. O consórcio é responsável pelo desabamento em Pinheiros. Alguém presenciou a imprensa entrevistando Alckmin após o ocorrido? Alguém viu nos jornalões matérias inquirindo Alckmin insistentemente, sem trégua, pedindo explicações diárias? Cinco ex-presidentes do BNDES foram citados pelo MPF por suposta ocorrência de irregularidades na concessão de empréstimos para a privatização da Eletropaulo, distribuidora de energia que atua em São Paulo. São eles: Luiz Carlos Mendonça de Barros, José Pio Borges de Castro Filho, Andrea Santos Calabi, Francisco Gros e Eleazar de Carvalho Filho, todos do governo de FHC do PSDB. Alguém viu essa notícia sendo manchete nos jornalões? Alguém viu esses citados sendo entrevistados, sendo investigados pelos jornalistas, sendo criticados pelos jornalistas? E o caso iFHC e SABESP, uma doação R$500.000,00 da estatal para a ONG de FHC? O caso já sumiu da mídia, FHC não está sendo procurado pelos jornalões para dar explicações, toda a mídia se calou, a elite não ficou indignada. O ex-deputado cassado Roberto Jefferson foi entrevistado pelo jornalão Estadão hoje e uma das perguntas foi: “Qual é o seu candidato na disputa pela presidência da Câmara?” Notem que ele tem direito, como cidadão comum, a ter uma opinião sobre o assunto, mas a opinião dele não é relevante para a disputa, não é importante, em nada vai interferir, ajudar ou atrapalhar. O que os jornalões não perguntam e deveriam perguntar: o que ele fez com os 4 milhões que disse ter recebido do tal mensalão inventado por ele; sobre o esquema montado por ele para desviar recursos financeiros dos Correios; sobre quais outras estatais, além de Furnas, contribuíram com seu caixa 2? Por essas e outras é que eu acho que a imprensa está cerceada por ela mesma, pois não quer as respostas e muito menos quer informar a população sobre esses escândalos. A imprensa se policia para não divulgar o que ela acha que não é para ser de conhecimento público, como as mazelas e escândalos do PSDB et caterva. Liberdade de imprensa com direito a ataques, críticas, manipulação, achismos,investigação, manchete de capa, só se for contra o PT ou contra o presidente Lula.
Jussara Seixas

1/22/2007


FHC TEM CANDIDATO. E O POVO?
FHC diz em entrevista à radio CBN que já tem a chapa que vai disputar a Presidência em 2010: Serra/Aécio. FHC já combinou com Aécio que ele será vice, e não candidato a presidência, como ele quer? Quem garante a FHC que o Serra será eleito em 2010? FHC vai queimar de uma só vez os dois candidatos que restam no PSDB? Há outros nomes que poderão surpreender durante esses quatro anos: Jaques Wagner, governador da Bahia, Sergio Cabral, governador do RJ, Marcelo Déda, governador de Sergipe, Roberto Requião, governador do Paraná, entre outros. Faltam quatro anos para a eleição, muita coisa vai acontecer, muita água vai rolar por baixo da ponte. Alckmin já havia recebido uma pá de cal com os ataques do PCC em SP, pelo seu descaso com a segurança, descaso com o combate ao crime organizado. Não se elegeu. Em 1 minuto e 45 segundos Alckmin foi enterrado politicamente com o desabamento das obras do Metrô. Essas obras entregues à iniciativa privada são de sua total responsabilidade. Alckmin pode esquecer sua candidatura a prefeito de SP em 2008, e leva junto com ele o Kassab. Outro exemplo de que muita coisa pode acontecer: Jugmann, que em um dia estava pregando 3ª via para a Câmara, ética, moralização, que acusou, julgou e condenou muitos até sem provas, no dia seguinte estava sendo acusado pelo MPF de ser chefe de quadrilha, de ter desviado dinheiro público, do Incra, no governo de FHC, e isso tudo documentado e comprovado pelo MPF. FHC deveria estar preocupado em como explicar que a estatal Sabesp doou R$ 500 mil ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, ONG criada pelo ex-presidente tucano com a ajuda de grandes empresários. A Sabesp que no período 2003-2006 foi comandado por Geraldo Alckmin (PSDB). O dinheiro saiu da Sabesp então presidida por outro tucano, Dalmo Nogueira Filho. Falta mais um importante detalhe que FHC está esquecendo, aliás esqueceu quando foi presidente, esqueceu na eleição de 2006: o povo, mais de 180 milhões de pessoas, das quais mais de 129 milhões são eleitores. Falta combinar com o povo o seu plano diabólico de poder. O presidente Lula provou novamente, em 2006, que a mídia está desacreditada ao impor uma derrota acachapante a Alckmin, o candidato da mídia. Agora, sem a vontade do povo, sem o desejo do povo, se não governar em benefício da maioria do povo, e do Brasil, mais ninguém se elege neste país.
Jussara Seixas

1/03/2007

TERRORISMO SIM!
No ônibus da Viação Itapemirim incendiado por criminosos no RJ morreram onze pessoas, sete delas carbonizadas. Essas pessoas devem ter sentido dores atrozes e um pavor indizível. A população que assistiu a essa barbaridade sentiu também um medo enorme, um imenso pavor. As pessoas ficaram aterrorizadas com a violência gratuita que faz vítimas aleatórias. Esse modo de agir dos bandidos, que coagem, ameaçam e se impõem fazendo uso do terror que despertam nas pessoas, é um ato terrorista. Criminosos que amedrontam, que aterrorizam suas vítimas, são terroristas. Um prefeito míope e um pretenso “especialista” acham que o presidente errou ao qualificar essa ação como terrorista, pois terrorismo seria apenas uma ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência. Na verdade, eles estão mais preocupados com a repercussão dessa barbárie fora do país. Acham que vai afastar turistas, que pode prejudicar o Pan 2007, que a mídia internacional vai noticiar que há terrorismo no Brasil. Isso não é bom para os negócios. Talvez, para esses críticos, as barbáries que aconteceram no RJ, em SP e no ES não devessem sequer ser noticiadas. A vida dessas vítimas escolhidas ao acaso, o modo bárbaro como foram assassinadas, o terror que sentiram não é importante para o prefeito do Rio ou para o “especialista” da Globo e da Folha, pelo menos não o bastante para qualificar como uma ação terrorista pelo Presidente da República, que busca meios e modos de tomar providências para que esse terror não aconteça novamente. Não foi porque o presidente Lula falou em ação terrorista que o RJ vai ficar mal visto e vai perder turistas. Toda a imprensa noticiou, o mundo todo assistiu e viu que foi uma ação terrorista sim. Isso não é um crime comum, não dá para combater com os meios disponíveis e a legislação atual: será preciso conseguir verbas excepcionais e mudar as leis. Mas criticar o presidente Lula virou profissão para alguns e vicio para outros. Vão criticar e discordar e negar até o óbvio ululante. Defendem que não sejam enviadas as tropas da Força de Segurança Nacional, que as Forças Armadas não intervenham. O resumo da discórdia é que esses infelizes não querem aceitar qualquer iniciativa do governo federal, do governo Lula. Preferem deixar como está a creditar ao governo Lula qualquer eventual êxito no combate à violência, ao terrorismo e ao vandalismo. Mas vão cair do cavalo porque o presidente Lula vai fazer o que for preciso para acabar com esse terrorismo, pois isso ele combinou com o povo no dia da sua posse. Mais uma vez o estorvo que a mídia repercute se esquece do povo, e o povo quer segurança, quer a presença da FSN e das FA nas ruas. O povo não quer mais ser vítima dessas barbáries, pois suas vidas – que não importam aos críticos do governo federal – são importante para eles, para seus familiares e para o presidente Lula.

Jussara Seixas

12/15/2006

FELIZ 2007
O ano de 2006 está chegando ao fim. Foi o ano em que mais de 58 milhões de brasileiros conferiram um segundo mandato ao presidente do povo, ao ex-metalúrgico, ex-sindicalista e migrante nordestino que, ao longo de quatro anos, encantou o Brasil e o mundo com sua índole, seu carisma, sua generosidade e competência. Foi o ano da conquista da auto-suficiência do Brasil em petróleo, o que significa independência e estabilidade para a economia brasileira. Foi o ano em que o Brasil manteve a inflação mais baixa da última década, o ano em que o risco-país foi o mais baixo da história, 203 pontos, o ano em que a Bolsa de Valores de SP atingiu recordes históricos sucessivos de pontuação. Foi o ano em que o aumento real do salário mínimo – o maior aumento em 20 anos – garantiu maior poder de compra ao trabalhador. Foi o ano em 11,1 milhões de famílias deixaram de viver abaixo da linha da miséria graças ao programa Bolsa Família. Foi o ano em que mais de 7 milhões de pessoas deixaram de ser pobres e passaram a ser da classe média. 2006 não foi um ano qualquer, foi ano de eleição, o ano em que a oposição e a mídia juntaram todas as suas forças contra o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula, para tentar evitar a sua reeleição. 2006 foi o ano em que a mídia deixou cair a máscara da imparcialidade, da ética, da moral, da credibilidade, do profissionalismo, do respeito pelos leitores, e foi por eles desnudada e obrigada a expor as feridas purulentas em seu corpo esquálido. Foi o ano em que a mídia mostrou a quem e a que servia: mentiram, inventaram, caluniariam, ofenderam, perseguiram, fizeram ilações, manipularam notícias, desinformaram a população. esconderam ou minimizaram as mazelas da oposição. Foi o ano em que os editoriais dos jornalões vieram todos os dias com críticas ácidas ao governo Lula, o ano em que o casal do JN mais fez caras e bocas ao falar do presidente Lula e do governo Lula – muitas vezes com desrespeito à pessoa do presidente. Foi o ano em que a revista Veja cavou a própria cova por inventar um escândalo falso a cada fim de semana. O ano de 2006 teve até falso vidente, que ganhou a telinha da Globo para revelar a sua falsa premonição de que Alckmin seria eleito, no programa da Ana Maria Brega – aquela que se vestiu de preto um dia após a vitória acachapante do presidente Lula. 2006 foi o ano em que a elite burra se desesperou com a certeza da reeleição do presidente Lula: criaram movimentos, dondocas despirocadas fizeram passeatas na Av. Paulista (lógico), criaram blogs exclusivos para ofender o presidente Lula e os petistas. Aliás, as ameaças aos petistas, às instituições governamentais, à democracia e ao presidente Lula foram o ponto alto dos blogs de aluguel da elite burra. A ferocidade de opositores ao presidente Lula foi tão inflada pela mídia que uma eleitora petista, a Dani, teve o dedo arrancado a dentadas por uma feroz despirocada. Em 2006 os políticos da oposição estavam mais ferozes, ACM pediu até a volta dos militares, na tribuna do senado. A revelação que os escândalos criados por eles em 2005 haviam ido por água abaixo foi um banho de água fria. Em 2005 foram criadas três CPIs para desgastar o governo e fazer o presidente Lula chegar sangrando em 2006. Nada disso surtiu efeito, não funcionou, não derrubou a popularidade de Lula e nem abalou o ânimo do presidente em continuar a governar para todos. Eles sabiam, bem antes da eleição, que o presidente Lula seria reeleito. O tal mensalão, invenção do Roberto Jefferson para nomear caixa 2, não colou no presidente Lula. As denúncias contra o presidente Lula eram falsas, e eles não tinham como atingir o presidente Lula por vias legais, judiciais. Pesquisas internas feitas pelo PSDB/PFL davam a vitória do presidente Lula, fosse Serra ou Alckmin o candidato. O presidente Lula era imbatível, e Serra seria derrotado pela segunda vez se fosse candidato. O PSDB perderia a prefeitura de SP e o governo do estado. Seria o fim do PSDB. Resolveram então que, se era para perder, que fosse o Alckmin, o picolé de chuchu, assim seria bem menos trágico para o PSDB. O PSDB tem um sério problema, ou melhor, um encosto, um peso morto, FHC. Ele não pode subir no palanques dos candidatos porque tem uma imensa rejeição do povo, é o maior ralo de votos do seu partido. Cada vez que FHC abria a boca, o presidente Lula subia nas pesquisas e aumentava a crise dos tucanos. A oposição resolveu que deveria bater cada vez mais no presidente Lula, no governo Lula. Bateram, bateram, bateram, perderam feio. Apesar de todas as dificuldades impostas pela oposição e pela mídia, o presidente Lula conseguiu fazer um ótimo governo. Com redistribuição de renda, com diminuição da pobreza, mantendo a economia sólida, estabilizada, com a inflação sob controle, com exportações recordes, com geração de empregos e renda. O presidente Lula foi reeleito em 2006 com uma votação histórica. Ontem, 14/12, foi diplomado pelo TSE, emocionou-se e emocionou milhões de brasileiros. Dia 1º de janeiro de 2007 assumirá o novo mandato e vai governar este país mais quatro anos. Será um governo do povo, para o povo e pelo povo. O ano de 2006 mostrou que o povo brasileiro está muito mais sabido, muito mais atento, muito mais unido, politizado. Derrotou a mídia safada, golpista, derrotou a oposição feroz e reelegeu o melhor presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, sem medo de continuar a ser feliz.
Feliz 2007, Brasil!
Jussara Seixas

12/12/2006


MÉDICI, O NOSSO PINOCHET
Generais Castello Branco, Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel, João Baptista Figueiredo. Todos mortos, graças a Deus. Foram os nossos Pinochet. Em 1964 comandaram um golpe militar, destituíram um presidente eleito pelo povo e se mantiveram no poder por 20 anos. Como no Chile, contaram com ajuda financeira, logística e estratégica dos EUA. No caso do Chile, o presidente dos EUA na época, Richard Nixon, liberou 10 milhões de dólares para que o diretor da CIA, Richard Helms, articulasse um plano para evitar que Allende assumisse o poder, ou para provocar sua queda. Allende prometia fazer a reforma agrária e nacionalizar as indústrias estadunidenses, e Nixon achava que o Chile seria transformado em uma nova Cuba. Em 1970 o general Roberto Viaux recebeu um cheque de 35.000 dólares para assassinar o general René Schneider, que era contra o golpe. Hoje a CIA nega que tenha mandado matar o general, mas apenas seqüestrá-lo. No Brasil, agentes treinados pela CIA se infiltravam nos movimentos sociais contra a ditadura militar e entregavam os líderes dos movimentos para a polícia do regime ditatorial. Ensinavam aos policiais e militares brasileiros as técnicas de torturas que foram usadas na guerra do Vietnã. Ensinavam como obter bons resultados de confissões com os métodos de tortura. Foi um período de horror na história do Brasil. Pensar era proibido, ler era proibido, declamar era proibido, falar era proibido, cantar era proibido, encenar era proibido, filmar era proibido. Famílias foram dizimadas, jovens estudantes e trabalhadores desapareciam, alguns para sempre. Muitos apareciam mortos nos IML, com falsos laudos de óbitos. Reuniões contra a ditadura eram encerradas com tiros de metralhadoras e chacinas, como ocorreu em 1976 na Rua Pio XI, na Lapa, em SP. Nessa chacina morreram Pedro Pomar, Ângelo Arroyo e João Augusto Drumond. Seus corpos tinham mais de 50 perfurações de balas. O alvo principal dessa chacina era João Amazonas, líder do PC do B, mas ele não estava presente, estava representando o Partido no exterior e foi na China que recebeu a notícia do trágico acontecimento. As torturas deixaram seqüelas físicas e psicológicas nos que sobreviveram. Muitos que passaram pelas torturas nos porões da ditadura ainda não conseguem falar sobre o que vivenciaram. Viam corpos de amigos e parentes mortos nas celas, ouviam os gritos de dor dos que estavam sendo torturados, e tinham a terrível certeza que seriam os próximos. O período mais cruel da ditadura se deu na gestão de Emílio Garrastazu Médici (1969-1974). Seu período de governo ficou conhecido como "os anos negros da ditadura". Os movimentos estudantis e sindicais foram contidos e silenciados pela repressão policial. Nesse período ocorreram a maior parte dos desaparecimentos políticos e a tortura tornou-se prática comum nos DOI-CODIs. Em afronta ao povo brasileiro, como se toda essa barbárie não tivesse existido, como se tudo não passasse de uma ficção ou por uma atroz ignorância, a turma de formandos deste ano da Escola Preparatória de Cadetes do Exército intitulou-se "General Emílio Garrastazu Médici" e o celebrou como patrono. Não quero acreditar que essa escolha tenha partido dos formandos, acho que isso partiu de um comando que já deveria ter sido expurgado. É uma insensatez, um desrespeito para com todo o povo brasileiro, que não consegue apagar da memória esses anos malditos de horror. Vivemos em uma democracia, temos liberdade de escolha, mas por estarmos em uma democracia plena, por respeitarmos os Direitos Humanos, por lutarmos tanto por justiça, direito à vida e à liberdade, jamais um facínora sanguinário como Médici deveria ser homenageado e chamado de estadista. Esse período foi vergonhoso para o Brasil, manchou a nossa história com perdas de vidas, com sangue de gente honrada, que lutavam por liberdade, por justiça social, fraternidade e paz. Ao fazer essa homenagem a Médici o comando do exército está tentando evitar que essa página seja virada. Uma página podre, fétida, desfeita e carcomida como a alma dos que homenageiam os assassinos mortos.
Jussara Seixas

11/13/2006


ELES SE ESQUECEM DO POVO
Em entrevista à FSP hoje, 13/11, o cientista político Celso Roma, estudioso do PSDB, diz que Alckmin perdeu porque deixou de lado os aspectos positivos do governo FHC, como o compromisso com a estabilidade da moeda, a popularização do serviço de telecomunicações, a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal. Como falar dos pretensos aspectos positivos de um ex-presidente cuja rejeição, em todas as pesquisas de opinião, atingiu mais de 70%? Em 2001 uma pesquisa Sensus já mostrava FHC com 44,5% de avaliação negativa. Difícil trazer um ex-presidente com essa rejeição para o palanque, para os programas eleitorais no rádio e na TV. Por isso FHC só subiu no palanque de Alckmin na reta final, no último comício, quando a viola já estava em cacos. Tanto fazia ele subir ou não, a eleição de Alckmin já estava perdida; se a diferença fosse de uns 8 pontos, ao invés de 22, FHC não subiria no palanque de Alckmin nem por decreto. Celso Roma diz que o PSDB foi prejudicado pela divisão do partido, por seus problemas estruturais. Como os outros cientistas políticos que analisam a derrota acachapante de Alckmin, ele está se esquecendo do mais importante: o povo brasileiro. Eles estão se esquecendo de tudo de bom que o presidente Lula fez em menos de 4 anos, para o povo brasileiro e para o país; tudo o que FHC não fez em 8 anos. Eles se esquecem de que o povo brasileiro sentiu na pele, na alma e no bolso a desgraça dos 8 anos sob FHC, sob o PSDB de Alckmin. Diz o ditado que quem bate esquece, mas quem apanha não esquece jamais. O povo não esqueceu o desemprego na era FHC, a falta de crédito, os juros pornográficos, o apagão e suas conseqüências, as privatizações nebulosas, os mandos e desmandos do FMI na política econômica, os baixos salários, os aumentos de preços dos alimentos, os aumentos constantes e abusivos das contas de luz, água e telefones, dos combustíveis, do transporte. O povo não esquece que na era FHC 54 milhões de pessoas estavam vivendo abaixo da linha da pobreza, em conseqüência da política econômica e social de FHC, a mesma defendida por Alckmin, enquanto a política do governo Lula tirou 44 milhões de pessoas dessa condição desumana de miséria e fome. Além disso, o governo incompetente de Alckmin em SP, principalmente nas áreas da segurança e da educação, e a falta de um programa de governo minimamente comparável ao de Lula foi fatal. Em 2005 o PSDB e o PFL subiram no salto 45 e apostaram tudo no escândalo promovido pela mídia, por uso de caixa 2 por alguns petistas. Escândalo que a mídia omitiu quando o PSDB comprou votos de parlamentares para aprovar a reeleição de FHC. O PSDB/PFL estava certo de que as CPIs, com os holofotes da mídia ajudando a divulgar ilações e calúnias, iriam derrubar o presidente Lula e acabar com o PT. Eles davam como certa sua volta triunfante ao poder. Tinham certeza de que a reeleição do presidente Lula não aconteceria em 2005. Esqueceram-se do povo, não combinaram com o povo. Diziam que o presidente Lula iria sangrar até a morte política, que “essa raça” de petistas iria acabar por 30 anos, ameaçaram até dar uma surra no presidente Lula. Não lembraram do povo, não combinaram com o povo, menosprezaram a inteligência do povo, ignoraram o povo, ignoraram a aprovação do povo às ações do governo Lula que beneficiavam a grande maioria da população brasileira. Não houve erro nos programas eleitorais nem erro do marqueteiro de Alckmin do PSDB. Ocorre que algumas coisas são tão ruins que ninguém, nem o melhor marqueteiro do mundo, consegue melhorar. O povo sabe que é mentira, enganação, sabe que é falso. A crise do PSDB agora, com muito cacique para pouco índio, cobra engolindo cobra, é assistida com desprezo pelo povo brasileiro, que se apega ainda mais ao governo Lula. Um presidente do povo, que governa com o povo e para o povo, que tornou o Brasil um país soberano e um país de todos.
Jussara Seixas

11/08/2006


BATAM DOUTORES, BATAM MAIS, BATAM MUITO
Em 2005 a oposição e a mídia, representando a elite, dedicaram-se a massacrar o PT e o presidente Lula. O objetivo ficou bem claro nas palavras de Bornhausen: "vamos acabar com essa raça por 30 anos". Pareciam dragões de Komodo na tribuna do Congresso, nas páginas dos jornais e revistas, na tela da TV, contaminando a todos com seus discursos, reportagens e artigos envenenados, carregados de ódio. Incomodou-os muito um presidente nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, sem diploma universitário nem título acadêmico. Incomodaram-se mais ainda quando Lula, que recebeu um país falido das mãos de um doutor da Sorbonne, recuperou a economia e a credibilidade do Brasil, diminuiu o desemprego, a miséria, baixou os juros, derrotou a inflação, combateu a corrupção como nunca antes em nenhum governo. A oposição e a mídia bateram sem dó nem piedade, inventaram, mentiram, difamaram, caluniaram, afrontaram. Sem ética, decoro parlamentar, respeito ou dignidade, buscaram à força o objetivo de "acabar com essa raça por 30 anos" antes da eleição de 2006. Tentaram até os últimos minutos antes da eleição. O programa eleitoral de Alckmin, que teve uma derrota acachapante nas urnas, resumiu-se a bater no presidente Lula com calúnias, denúncias vazias e infundadas. O combinado entre Alckmin, seu partido (PSDB/PFL) e a mídia era bater, bater, bater. Os blogueiros de aluguel, os mentores de sua campanha, os jornalistas partidários, os pseudo-cientistas políticos, os pseudo-intelectuais, seus correligionários, pediam: bate mais doutor, bate mais! Eles haviam combinado tudo entre si, mas esqueceram-se de combinar com o povo, com as pessoas dignas e informadas do país. Por isso, bateu levou: uma derrota acachapante. Alckmin não foi o único derrotado pela pancadaria instalada em 2005, pois todos que dela participaram foram humilhados nas urnas. Arthur Virgilio 3%, ACM, Garibaldi Alves, Eduardo Paes, Afif Domingos, Zulaiê Cobra, Maninha, Baba, Antero, Heloisa Helena... Bornhausen, esperto, nem se candidatou. Heloisa Helena, Bornhausen e muitos outros espancadores, para felicidade geral da nação, estão fora da política em 2007. Mas não aprenderam. Inconformados com a derrota e desprovidos de inteligência e bom senso, continuam batendo. Pelo jeito, vão esbravejar até a apoplexia nos próximos 4 anos do governo Lula. Impressionante: esses políticos do PSDB/PFL vão extinguir a própria raça pelos próximos 30 anos. Batam doutores, batam mais, batam muito! O povo brasileiro agradece.
Jussara Seixas

10/31/2006

FHC ESTÁ CERTÍSSIMO

Para FHC, falando a uma platéia de empresários, "o PSDB não pode ter medo de defender suas idéias". Concordo plenamente, acho que o PSDB deve ter coragem para vir a publico e mostrar o que fez, o que pensa e o que faria se, por uma imensa desgraça, chegasse ao poder. O PSDB não deve esconder todas as privatizações feitas nos 8 anos do governo de FHC, não deve esconder o desejo de privatizar a Petrobras, o BB, a Caixa, os Correios. É errado esconder as suas idéias. Esconder, por exemplo, que acha o programa Bolsa Família um desperdício, pois não deveria haver essa redistribuição de dinheiro para acabar com a miséria e a fome. Afinal, tem que ser doutor em sociologia pela Sorbonne para criar um contingente de 54 milhões de miseráveis no Brasil, como fez FHC. O PSDB deveria ser bem explícito. Nas campanhas eleitorais deveria deixar claro para essa imensa parcela da população que é beneficiada pelo Bolsa Família que não concorda com o programa e que pretende acabar com ele, como pretende acabar com o PROUNI. Eles não acham que jovens pobres devam ter a oportunidade de freqüentar as universidades dos ricos. O PSDB não pode ter medo de explicar como, quando governo, quebrou duas vezes a economia do país. Tampouco deve temer explica como criou tanto desemprego, promoveu tantas falências, elevou os juros a níveis estratosféricos, tomou empréstimos e mais empréstimos junto ao FMI. Eles têm o direito de provar que é um bom negócio para o país tomar empréstimos do FMI, ter o FMI ditando regras econômicas recessivas para o país e vigiando sua aplicação. O PSDB precisa mostrar que o Proer dos bancos foi uma idéia genial: socorrer bancos particulares falidos com dinheiro do BNDES, saneá-los e vendê-los a preço de banana. FHC sente orgulho de ter feito isso. Ao invés de o BNDES financiar microempresários, e com isso gerar empregos e renda, como faz o governo Lula, para o PSDB foi mais importante socorrer os amigos banqueiros com dinheiro público. Essa generosidade com banqueiros falidos custou na época, segundo os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, 3% do PIB. Outra idéia genial defendida pelo PSDB é a flexibilização das leis trabalhista: o partido precisa explicar que isso significa tomar dos trabalhadores vários direitos, como as férias, o décimo terceiro e a licença maternidade. O projeto de lei elaborado por FHC também esvaziava o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para aprovar essa medida anti-social. Mas Alckmin, por exemplo, já havia declarado há tempos, na revista Época, que é totalmente favorável à flexibilização das leis trabalhistas e que iria batalhar para a aprovação da lei. O PSDB não pode ter medo de defender que quer governar para os mais abastados, que quer beneficiar exclusivamente os empresários, os banqueiros falidos, que fecha os olhos para o desmatamento desenfreado na Amazônia, que fecha os olhos para a corrupção, para a sonegação fiscal, para o contrabando, para o trabalho em regime de escravidão. Eles têm que mostrar isso para a população, não podem ter medo de mostrar a verdade. FHC está certíssimo.
Jussara Seixas

10/27/2006


As vantagens da derrota

A derrota de Alckmin trará inúmeras vantagens para o povo brasileiro e para o país. Não teremos o ACM ministro, não teremos o FHC ministro, não teremos o Bornhausen ministro, não teremos o Saulo PCC de Abreu cuidando da segurança do país. Não teremos o ‘Chaleirita’ para acabar com a educação no país, como fez em SP. Não teremos o “Capitão Ubirajara”, torturador da OBAN, que no governo Alckmin comandou o Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo, ocupando o comando da Polícia Federal. Não teremos nossas estatais privatizadas, e a Petrobras, a Caixa, o BB e os Correios continuarão a ser patrimônio de todos os brasileiros. Não teremos aumento nos preços dos alimentos, como Alckmin propôs, nem aumento nos combustíveis. O PROUNI não será interrompido, o Bolsa Família não vai acabar, a diminuição da miséria da fome vai continuar. A derrota de Alckmin é a vitória da democracia e da justiça social. A derrota de Alckmin permitirá continuar com o programa do Biodiesel, que vai gerar emprego, renda e divisas para o país. A derrota de Alckmin é a continuação dos recordes na exportação, a continuação da queda dos juros e da inflação. A derrota de Alckmin é a certeza da queda do desemprego, do aumento dos salários, da queda dos empregos informais, do aumento de empregos com carteira assinada. A derrota de Alckmin é a certeza do fim do trabalho escravo, é o fim da impunidade. A derrota de Alckmin é a certeza de que a reforma agrária vai beneficiar milhões de pessoas. A derrota de Alckmin é a garantia de um Brasil soberano, livre do FMI. A derrota de Alckmin é a certeza que não teremos apagão, não teremos epidemia de dengue, não teremos o PCC atacando em todo o Brasil simultaneamente. A derrota de Alckmin é a certeza que CPIs não serão engavetadas. A derrota de Alckmin garante que PF irá continuar a combater o crime organizado e a corrupção como nunca antes neste país. A derrota de Alckmin é a certeza da estabilização econômica, é a certeza dos avanços do país, é a certeza de um crescimento sustentável e duradouro. A derrota de Alckmin é a certeza de que será Lula de novo com a força do povo.
Jussara Seixas

10/24/2006

FHC COVARDE E SEM MORAL
Alckmin diz que o presidente Lula está dividindo o país entre ricos e pobres. Quem dividiu foi FHC, e Alckmin quer reeditar essa divisão. Em discurso para 1.300 lideranças empresariais e políticos da coligação PSDB/PFL, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou o atual presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, de "fanfarrão". Eu gostaria imensamente que FHC, que foi escorraçado nas urnas em 2002 pelo povo brasileiro, subisse no palanque de Alckmin e falasse para o povo tudo o que disse para uma seleta casta de empresários, no clube Pinheiros. FHC deveria ir aos palanques onde o povo está e falar para o povo. FHC poderia aparecer na TV, no programa de Alckmin, e mostrar porque Alckmin é seu aliado, porque ele defende a candidatura de Alckmin. FHC quebrou o país três vezes com a sua política econômica, a mesma política econômica que Alckmin implantaria se, por uma imensa desgraça, fosse eleito. FHC vendeu o país a preço de banana, ninguém sabe o que foi feito com o dinheiro das privatizações. FHC foi responsável pelo maior desemprego que este país já viveu, foi responsável pelo aumento da miséria e da fome, por 54 milhões de miseráveis (IBGE 2002). FHC sucateou as ferrovias, as rodovias, os portos. Por total irresponsabilidade, incompetência e omissão, FHC e o vice de Alckmin, José Apagão Jorge, seu ex-ministro da Energia, causaram o caos energético no país, o apagão de 2001. Por isso tudo e pelos juros estratosféricos, pelos preços altos nos alimentos, pelos abusivos aumentos dos preços dos medicamentos, dos bens de consumo, dos aluguéis. Por ser responsável pelo aumento do risco-país até 2.400 pontos, e com isso ter feito o Brasil perder investimentos e credibilidade, aumentando o desemprego, eu gostaria que ele fosse falar diretamente com o povo. Pelos constantes aumentos da gasolina, do gás, pela falta de aumento dos salários, principalmente do salário mínimo, pelos pacotes de maldades anunciados todos os dias em seu governo, eu gostaria que FHC viesse a público, para falar com o povo, que em seu governo comeu o pão que o diabo amassou. FHC não tem moral nem credibilidade para enfrentar o povo. Ele sabe que sabemos como conseguiu se reeleger, comprando deputados, ele sabe que sabemos que engavetou todas as CPIs para investigar o seu governo, para investigar as privatizações, ele sabe que sabemos o prejuízo que causou ao Brasil tomando empréstimos junto ao FMI, que Alckmin trará de volta se, como eu disse e repito, por uma imensa desgraça, for eleito. Ele sabe o prejuízo que causou ao Brasil, ao povo brasileiro, com as privatizações escusas. Privatizações que Alckmin estenderia à Petrobras, ao BB, à Caixa, aos Correios. Alckmin nega, como Collor negou que confiscaria a poupança do povo, e o fez imediatamente após ser eleito. FHC sabe que sabemos que Alckmin pretende nos transformar de novo em quintal dos EUA, pois interessa à elite que sejamos submissos aos EUA, dependentes dos EUA. A ALCA seria implantada imediatamente, bem como a “flexibilização das leis trabalhistas”. Os ricos cada vez ricos e os pobres cada vez mais pobres. Alckmin quer fazer subir o dólar, aumentar a inflação, diminuir os salário, acabar com o crédito consignado, acabar com os financiamentos de casa própria para os mais pobres. Alckmin sabe que sabemos que ele pretende tungar o Bolsa Família, interromper o PROUNI e o Luz para Todos, porque esses programas são para a maioria do povo brasileiro e ele não governaria para a maioria: ele governaria para a minoria abastada. FHC defendeu, em entrevistas aos jornais e rádios, a privatização da Petrobras. Como sempre, ele quer que esqueçamos o que ele falou, o que escreveu e principalmente o que fez nos malditos 8 anos em que foi governo. FHC não tem coragem de enfrentar o povo, não tem coragem de subir no palanque de Alckmin e repetir o que fala em eventos fechados. FHC é mentiroso e covarde. Como a grande maioria do povo brasileiro, eu não tenho o mínimo respeito por FHC, não posso respeitar quem fez o que ele fez de ruim para o país e para o povo. Eu não posso respeitar quem não respeitou o povo, quem afrontou a dignidade do povo, quem acha normal ter mantido 54 milhões de pessoas sem ter sequer o de comer. Assim como não tenho respeito por Alckmin, que deixou o crime organizado tomar conta de SP, permitiu que a população de SP fosse aterrorizada, fez acordos e negociatas com bandidos. Colocou em risco a vida de meus filhos e a vida dos filhos de milhões de pessoas. Lula é a certeza do emprego, dos juros baixos, da diminuição da miséria, de melhores salários, da educação para todos, do crescimento sustentável e duradouro, da estabilização da economia. Lula é certeza do combate à corrupção, do combate ao crime organizado, do fim da impunidade. Tudo isso Lula fez em 4 anos, e nos próximos 4 anos vai fazer muito mais de bom para o país e para o povo brasileiro. Para evitar todas essas e outras desgraças de FHC que Alckmin repetiria é que o povo vai votar Lula. Vai ser Lula de novo com a força do povo.
Jussara Seixas

10/19/2006

O DONO DA FSP DENUNCIA TRAMA DE ALCKMIN
Otavio Frias, da Folha de São Paulo, deixa bem entendido em seu texto de hoje, 19/10, que o presidente Lula não vai cortar gastos com o Bolsa Família, mas vai ampliar e reforçar o programa. Se temos hoje 11,1 milhões de famílias beneficiadas, nos próximos 4 anos a miséria será eliminada no país. Referindo-se às privatizações que Alckmin quer fazer, Frias diz que: "para conseguir se eleger, (os políticos) são obrigados a disfarçar o que pensam, fazer concessões, tentar agradar a gregos e troianos." Alckmin tenta disfarçar o que pensa, mas não pode esconder as privatizações que fez em SP e muito menos as que FHC fez nos 8 anos em que foi governo. FHC declarou que é totalmente favorável à venda da Petrobras. Coloco um trecho do que foi noticiado na Folha de São Paulo: "FHC defende privatizações e diz que não é contra venda da Petrobras". O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu na terça-feira, 17/10, os resultados dos processos de privatização realizados durante o seu governo e afirmou não ser contra a privatização da Petrobras. Como diz Frias, para conseguir se eleger eles são obrigados a disfarçar, e por isso Alckmin fica falando que não vai privatizar, embora todo mundo, até o Frias, saiba que ele mente. Ele vai privatizar sim, vai privatizar a Petrobras, a Caixa, o Banco do Brasil, pois diz em seu programa eleitoral que vai fazer como presidente o que fez como governador. E o que ele fez como governador em São Paulo foi privatizar o que pôde e o que não pôde. O PSDB de Alckmin, em SP, em 12 anos, privatizou, o Banespa, a Eletropaulo, a Ceagesp, a Comgás, está tentando privatizar Nossa Caixa, o Metrô. Antes de deixar o governo de SP para concorrer à eleição, ele privatizou a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. Como diz o Frias, Alckmin disfarça para tentar se eleger, mas não pode esconder o passado e muito menos a gana por vender as estatais. Quando Frias fala em um governo de mafiosos, deve estar fazendo referência à compra de votos de parlamentares para a reeleição de FHC, deve estar se referindo ao assassinato dos fiscais do MT em Unaí, MG, por um prefeito do PSDB de Alckmin, deve estar se referindo aos acordos do governo Alckmin com o PCC, ao envolvimento de Antero, do PSDB, com o Comendador Arcanjo. Se Alckmin for eleito, gente dessa laia será colocada no governo.
Jussara Seixas

10/17/2006

ELES ODEIAM O POVO
Impressionante a truculência do PSDB/PFL. Eles ficaram mal acostumados, são resquícios da ditadura militar misturado com 8 anos de poder no famigerado governo FHC. Eles deixaram cair as máscaras e soltaram a franga. Estão mostrando todo o ódio, o racismo, todo o preconceito contra o povo brasileiro. Arthur Virgilio 3%, Roberto Freire, Bornhausen e Tasso são os quatro cavaleiros do apocalipse. Formam a equipe de choque de Alckmin, todos fadados ao fracasso político. Arthur Virgilio 3% não chegou nem perto de se eleger governador do Amazonas; Bornhausen, prevendo que não se elegerá nunca mais, disse que ao término de seu mandato abandonará a política; Roberto Freire, que fingiu ser o que nunca foi, pendurou-se como suplente do Jarbas Vasconcelos; e Tasso Jereissati perdeu o poder que tinha no Ceará. Tropa de choque formado por perdedores que sabem que somente voltarão ao poder pelas mãos de um incompetente, Alckmin. Daí a tentativa desesperada de levá-lo à presidência. Com Alckmin, esses trates teriam garantida a vaga de ministro. Não lhes importa que o povo não os queira, e por isso não os elegeu; eles agem como na ditadura, quando povo não era consultado, quando a vontade do povo não era respeitada, quando nos enfiavam garganta abaixo os tipos piores da política brasileira e não podíamos nem pensar em reclamar. O pensamento era proibido, e era motivo para prisões, torturas e mortes nos porões. Inconformados com a perda de poder por mais 4 anos, eles estão tentando ganhar a eleição na base da truculência, da violência, da safadeza, da armação, no tapetão. Em todos os setores da sociedade temos os bons e os maus profissionais, temos as pessoas bem intencionadas e mal intencionadas. Na política não é diferente, temos os bons políticos e os maus políticos, assim como no jornalismo, na polícia, na Justiça. Juntaram-se aos quatro cavaleiros do apocalipse o que há de pior na sociedade brasileira e formaram uma quadrilha, com a única intenção derrubar o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula. Eles não se conformam em ver um presidente que se dedica tanto para dar dignidade para a maioria do povo brasileiro, maioria antes excluída da sociedade. Eles não se conformam com que um presidente migrante nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, ex-preso político, que nunca cursou uma universidade, esteja conseguindo afirmar a soberania deste país. Um país que passou a ser respeitado pelo mundo, estabilizado economicamente, com recordes de exportação, com geração de empregos e renda, com queda da inflação, com queda dos juros, com aumento do poder aquisitivo, com queda da desigualdade social, com sensível diminuição da miséria, e que ainda faz um combate eficaz e incansável à corrupção. Notem que no governo Lula não houve um dia sem uma ação da PF contra o crime organizado, contra o tráfico de drogas e armas,contra o contrabando, contra a sonegação fiscal, contra crimes na internet, contra a lavagem de dinheiro. Nunca neste país a PF prendeu tanta gente que faz parte da elite criminosa: juízes, promotores, policiais, delegados, políticos, empresários, banqueiros e gente da classe média alta. Isso incomoda a elite safada, isso os faz pensar que eles podem ser os próximos, que eles já estão sendo investigados. Com FHC do PSDB de Alckmin não era assim, eles agiam livres, leves e soltos, e ficavam cada dia mais ricos e mais poderosos. O povo cada vez mais pobre, cada vez mais submisso, mais humilhado: para essa corja assim é que tem que ser. Os membros dessa casta nojenta agem como verdadeiros jagunços urbanos, agredindo o povo que escolheu Lula para dar continuidade a tudo de bom que ele vem fazendo pelo país e pelo povo. Os apoiadores de Geraldo Alckmin (PSDB) estão em guerra campal, literalmente, para impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus apoiadores. Na madrugada de segunda-feira (16/10) quatro petistas foram brutalmente agredidos por simpatizantes do tucano. Uma das militantes agredidas teve um dedo decepado por uma dentada. Em João Pessoa, capital da Paraíba, um casal e sua filha de nove meses foram agredidos por ativistas da campanha do PSDB local. Segundo o jornal, o técnico em eletrônica Tibério Modesto, de 21 anos, militante do PMDB, foi agredido a socos e pontapés, teve o aparelho celular roubado e o pára-brisas do carro quebrado durante carreata do PSDB realizada na tarde de domingo (15/10), no bairro de Mangabeira. A esposa do Tibério, Fânela Peres, e sua filha de apenas nove meses de idade, também foram agredidas. O bebê ficou com hematomas em um dos braços, causados pelos participantes da carreata. Alckmin deve achar essas atitudes corretas, pois quando era governador, ao invés de negociar com manifestantes, mandou a policia descer o cassetete em estudantes e professores que reivindicavam um repasse de verba maior para a educação. Mas com chefes do PCC que aterrorizam o estado de SP, que queimam centenas ônibus, que depredam instituições públicas e privadas, ele faz acordos, negocia. Isso, para os cavaleiros do apocalipse e seus seguidores, é ético, é correto, afinal estão empenhados em tomar o poder de assalto. Vamos colocar essa corja em seu devido lugar, como fizemos com FHC, no ostracismo, no isolamento político, democraticamente, pelo voto nas urnas. Como disse o presidente Lula, teremos um enfrentamento grave. Não vão conseguir, estamos os preparados para isso, estamos atentos, o povo ficou sabido, e com a força do povo vai ser Lula de novo.
Jussara Seixas

10/16/2006

AS MENTIRAS DESPUDORADAS DE ALCKMIN.
Alckmin e seu governo, pegaram o PCC e varreram para baixo do tapete. Alckmin teve o desplante de dizer em alto e bom tom, toda a mídia de SP publicou, que o crime organizado em SP estava dominado, que não oferecia mais risco para a população. Mentiu descaradamente, o PCC está vivo e mostrou estar muito forte.O PCC cresceu nesses 12 anos do PSDB em SP, se organizou, e nos últimos ataques em SP, mostrou toda a sua força, mostrou que eles é que dominam o governo de Alckmin. Alckmin sucateou as policias, arrochou salários, diminuiu os contingentes das policias no estado. o 2º pior salário no país pago a delegados é de SP. Alckmin mentiu sobre a educação em SP, o estado mais rico do país, mais populoso está em 8º lugar em educação no país.O JN mostrou em 13/10 que as empresas de ônibus estão recorrendo à Justiça para recuperar o prejuízo com os veículos queimados nos ataques do PCC em maio, em São Paulo.Só em Bauru, elas alegam ter pedido mais de um R$ 1 milhão. Segundo as empresas, o estado não proporcionou segurança a funcionários e usuários de transporte coletivo. Alckmin mente sobre as escolas de lata, elas existem, estão ativas. O vereador Giannazi localizou pelo menos 10 escolas de lata estaduais em pleno funcionamento, apenas na capital. São elas as E.E.s Gaivota I, II e III, no Jardim Gaivota, Carioba Recanto Marisa e Carioba Monte Verde, em Monte Verde, Varginha II, Varginha III, Vargem Grande II, Moraes Prado I e Moraes Prado II, todas na região de Grajaú e Parelheiros, na Zona Sul.A campanha do PSDB tenta faturar em cima do falso fato de terem acabado com as escolas de lata. Isso é uma mentira e uma agressão aos milhares de alunos e professores que ainda estão em escolas precárias e sem condições, disse o vereador que é do PSOL . Durante 12 anos de PSDB, foram demitidos 60 mil professores O valor da hora aula no Estado é uma vergonha, e não passa de R$ 5,30! Somando isso Alckmin tem inaugurado Fatecs de “fachada”, que não têm condições de “fachada”, que não têm condições mínimas de funcionamento.Alckmin não teve e não tem compromisso com a educação publica. Alckmin mente quando diz que não vai privatizar as estatais federais, se por uma imensa desgraça for eleito. Mente como Serra mentiu, Serra jurou, prometeu, assinou compromisso de não abandonar a prefeitura de SP para concorrer a eleição. O fez meses depois de eleito prefeito sem nenhum pudor, eles mentem com a maior cara de pau. Alckmin, o PSDB, FHC,PFL não vêem a hora de privatizar a Petrobras, os bancos estatais, como fez FHC quando governou o país por 8 anos.
Jussara Seixas

10/15/2006

Militantes levam apoio a Lula na Granja do Torto
Cerca de 200 militantes fizeram uma surpresa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na manhã deste sábado (14). O grupo organizou uma pequena manifestação de apoio à candidatura Lula em frente à residência oficial da Granja do Torto, onde o presidente descansa com sua família e se prepara para os debates e as viagens da próxima semana.
Lula e Dona Marisa agradeceram o apoio e foram à porta da residência cumprimentar os militantes.
Em seguida, o presidente concedeu uma rápida entrevista à imprensa e afirmou que o salário dos servidores públicos será negociado com os representantes dos trabalhadores, como sempre ocorreu em seu governo.
O presidente também fez questão de demonstrar sua felicidade com o reconhecimento do banqueiro Muhammad Yunus de Bangladesh, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz pelo compromisso que tem com os mais pobres.
Yunus foi responsável pelo desenvolvimento do sistema de micro-créditos - empréstimos de valores quase irrisórios que ajudaram milhões de miseráveis em Bangladesh, na Índia.
www.lula.org.br

10/10/2006


ALCKMIN NÃO É UM RISCO, É UMA BOMBA
Muitos me perguntam o porquê de meu empenho em reeleger Lula. Uns dizem que eu ganho um salário para isso, outros falam que sou funcionária do PT ou do governo, ou que sou funcionária publica. Nenhuma das suspeitas dos leitores que me escrevem procede. Não recebo salário para defender o presidente Lula, não sou funcionária do PT (ainda não sou nem filiada), não trabalho para o governo, não sou e nunca fui funcionária pública. Sou uma cidadã brasileira, consciente de que o presidente Lula provou nesses 4 anos de governo que é o melhor para o Brasil. Também sou consciente do perigo que nos espreita em um eventual governo Alckmin. Muitos podem achar que eu estou o usando o método PSDB/PFL de terrorismo eleitoral, como já foi feito contra o presidente Lula em 2002, mas isso também não é verdadeiro. O risco Alckmin para o país é verdadeiro, vai muito além do desemprego, da desestabilização econômica, do fim dos programas sociais do governo Lula, tão combatidos pelo PSDB/PFL – que serão governo se Alckmin, por uma imensa desgraça, for eleito. Além de tudo isso, o risco Alckmin inclui transformar o Brasil no quintal do EUA, vamos ser de novo um povo submisso aos mandos e desmandos dos EUA. Só faremos acordos de exportação e importação se os EUA deixarem, graças à ALCA. Para agradar aos EUA, o governo brasileiro poderá mandar nossos soldados para fazer parte das forças aliadas dos EUA no Iraque, por exemplo, e tenham certeza que não será em missão de paz. Outra medida de um governo Alckmin poderá ser deflagrar um conflito com a Bolívia, e uma guerra, como já ficou demonstrada em toda a história da humanidade, a gente sabe como começa e não como termina. Uma situação como essa, do gás da Bolívia, pode e deve ser tratada como está sendo feito, com diplomacia, com negociações, sem mortes de inocentes, sem destruição. Quando Alckmin diz que o governo Lula foi "fraco com a Bolívia", é isso que ele está sugerindo. Outro perigo de um governo Alckmin é a divisão do país entre ricos e pobres, entre o Sul e o Nordeste. Infelizmente, a corda sempre arrebentará do lado dos mais fracos, dos mais pobres e dos mais humildes, e esse povo iria comer o pão que o diabo amassou. Podem esquecer a Transnordestina, os investimento no Nordeste para gerar emprego e renda, a Transposição do Rio São Francisco, a energia elétrica nos grotões, a construções de cisternas, a ajuda financeira e crédito para pequenos produtores, para cooperativas. Com Alckmin todos esses planos do governo Lula e as ações já existentes vão desaparecer. Ele vai alegar que não tem dinheiro, os seus aliados do PSDB/PFL vão dar o aval, e o povo vai amargar tempos muito piores do que amargou com FHC. Há o risco de haver uma reação sangrenta por parte do povo, pois eles sabem agora, com o governo Lula, que suas vidas podem ser muito melhores, podem ser dignas, e não aceitar pacificamente retornarem à condição de escravos das classes abastadas do sul maravilha. Os sinais de que um governo Alckmin será autoritário, injusto, entreguista, podem ser notados quando se olha para o que foi feito em SP, para seus aliados, para o que foi o governo de FHC. Alckmin, como FHC, privatizou o que pôde em SP, e só não fez tantas privatizações como desejava porque houve reação contrária dos funcionários, do povo e dos políticos do PT contrários às privatizações escusas do patrimônio público, que causam prejuízo ao povo e desemprego. Não pensem que a classe média será poupada, pois as mudanças econômicas serão devastadoras. Ocorrerão sucessivos aumentos nos preços de alimentos, dos combustíveis, dos aluguéis, o dólar vai disparar. Serão favorecidos somente os membros da elite, com capital e informações privilegiadas para investir. Alckmin não respeita os Direitos Humanos, e a prova disso são as prisões em SP e as FEBEMs, verdadeiros depósitos de gente superlotados, onde são freqüentes as torturas, as mortes sem explicação e, em conseqüência disso, as rebeliões, as fugas, o aumento da criminalidade da violência. Defendo o presidente Lula porque ele defende o meu país, porque ele transformou o Brasil em um país de todos, soberano, com justiça social e paz. Há muito ainda a ser feito no Brasil, há muito a ser conquistado para todos, não podemos permitir que o retrocesso – um governo do PSDB/PFL – interrompa esse ciclo de avanços, de crescimento sustentável, de respeito pelo meio ambiente, de respeito por todo o povo brasileiro. Amo o meu país, o Brasil, amo os meus filhos e quero o melhor para eles, quero o melhor para os filhos de todos os brasileiros, quero o melhor para todos. Por isso é Lula de novo com a força do povo.

Jussara Seixas


10/09/2006


ALCKMIN E CLODOVIL, TUDO A VER
Assisti ao debate, ontem, na esperança de que Alckmin apresentasse o seu programa de governo. Mesmo tendo consciência de que Alckmin é um embuste, eu pensei que nesse 2º turno, para tentar ganhar a eleição, ele apresentasse suas propostas de governo. Talvez ele pudesse mostrar algo de novo, surpreendente, para melhorar a vida das pessoas e a economia do país. Ele não apresentou coisa alguma, mostrou que continua incompetente, que não entende nada de economia, de crescimento sustentável, de educação, de segurança. Alckmin não traz nada de bom para o país. Alckmin lembrou o Clodovil, recém - eleito deputado federal por SP, que admitiu (em reportagem publicada pelo jornal argentino "Perfil") aceitar dinheiro para votar a favor do governo quando estiver no Congresso. Clodovil já havia dito que não tinha nenhum programa político para o seu mandato, e afirmou:"Vou aprender com os políticos com experiência, mas não me ensinarão a roubar porque eu, por pouco, não vou me sujar. Tudo dependerá de quanto me ofereçam para votar os projetos do governo". Questionado sobre qual seria o valor em dinheiro necessário para isso, respondeu: "Cada um pesa o dinheiro em sua própria balança. Eu não resolverei os problemas de ninguém. Aqueles que votaram em mim acreditando que eu iria solucionar os seus problemas se enganaram, isso é uma bobagem digna de quem foi mal colonizado". Essa matéria está na Folha de São Paulo, hoje. Alckmin também vai aprender com FHC como se privatiza o Brasil a preço de banana, sem explicar para o povo o que fez com o dinheiro das privatizações. Até hoje não se sabe o que foi feito com esse dinheiro, porque em beneficio do povo e do país esse dinheiro não foi usado. Tanto que FHC entregou o país falido para o presidente Lula. Com 54 milhões de miseráveis, com desemprego recorde. Alckmin lembra o Collor, que em seu programa eleitoral afirmou que não mexeria na poupança do povo, e o fez imediatamente após ter sido eleito. Alckmin mente quando diz que não vai acabar com o Bolsa Família, com o PROUNI, com o crédito consignado, porque ele e o seu partido, o PSDB (e o PFL) sempre foram contra esses programas do governo Lula, que beneficiam milhões de pessoas. Alckmin terá como ministros pessoas do PSDB/PFL. Alckmin não diz quem será seu ministro da Fazenda, ele não pode dizer que será FHC, ou Malan, que afundaram o país, pois sabe que, com isso, seus votos vão todos para Lula. Além de Alckmin mostrar que é incompetente, que não tem nada para oferecer ao Brasil, ele cercou-se de pessoas do mesmo tipo. Pessoas que já estiveram no poder e não fizeram nada de bom para o país e para o povo brasileiro. Por que Arthur Virgilio 3%, que foi veementemente recusado em seu estado, na eleição para governador, agride tanto o presidente Lula? Porque ele sabe que seria ministro de Alckmin se este, por uma grande desgraça, fosse eleito. É o mesmo caso de ACM, que também foi derrotado na Bahia, de Bornhausen, que – sabendo que não se elegeria mais – nem concorreu às eleições, mas teria seu cargo do ministro garantido com Alckmin. Antero é outro ministeriável, e para encerrar com chave de ouro, Garotinho. É óbvio que Garotinho não vai se empenhar em eleger Alckmin, se não obtiver em troca um ministério. Com essa patota, como Alckmin quer que o Brasil cresça? Com essa patota, como Alckmin quer que o país tenha credibilidade dos investidores estrangeiros? É com essa patota que Alckmin pensa em geração de empregos e renda? É com essa patota que ele pensa em diminuir a miséria e fome? A mesma patota responsável pelo maior desemprego que o país já experimentou, no governo de FHC. Prestem atenção no caso segurança em SP, prestem atenção no que ocorreu: o PCC cresceu e se fortaleceu em SP no governo Alckmin porque o governo paulista fez vista grossa ao crime organizado, não o combateu. Rebeliões e mais rebeliões ocorreram em SP no governo Alckmin, e a cada rebelião um acordo era firmado com os bandidos. Cada vez mais, os bandidos faziam exigências de regalias, de TVs, celulares, de transferências ou não. Os bandidos comandavam de dentro das prisões os ataques à população, os seqüestros, os assaltos. Houve o grande e violento ataque do PCC na capital e no interior de SP, em que policiais morreram, civis morreram, bens públicos e privados foram depredados, ônibus incendiados, e a população ficou em pânico. O governo de SP tem um secretário de Segurança Pública, Saulo de Abreu, que deveria ter recebidos ordens para evitar tudo isso, que deveria ter recebido ordens para ser firme no combate ao crime organizado, ao invés de fazer acordos com bandidos. E ele nem sequer foi demitido do cargo, apesar de todos os erros cometidos. Não foi demitido porque, se o fosse, não poderia ser ministro em um eventual governo Alckmin. Saulo de Abreu seria um futuro ministro de Alckmin para cuidar da segurança nacional. Isso é que é patota. Isso é o que está reservado para o Brasil em uma eventual gestão Alckmin. Ele não tem programa de governo, não tem projetos de governo, não tem equipe para apresentar – essa que existe a gente dispensa, já conhece e escorraçou nas urnas em 2002. Essa patota maldita não pode voltar, por isso é Lula de novo com a força do povo.
Jussara Seixas

10/06/2006

QUEM SOU EU?
Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição, gostaria mesmo. Essas pessoas que hoje não passam fome, que deixaram de ser miseráveis, excluídas da sociedade, graças ao Bolsa Família do presidente Lula, reconhecido mundialmente como o melhor programa no combate a fome e a miséria, voltariam a ser miseráveis. Esse combate à miséria e à fome, essa redistribuição de renda, que obriga as crianças a freqüentar a escola, manter a vacinação em dia, que dá dignidade ao povo, também faz diminuir a violência. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição para ver o fim desse PROUNI, quero ver esses jovens pobres longe dos filhos dos ricos nas universidades, quero que esses jovens não tenham oportunidades e se transformem todos em marginais, assaltantes, criminosos, traficantes. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição e privatizasse todas as estatais a preço de banana, como fez FHC, que privatizasse a Petrobras, que no governo Lula conseguiu a auto-suficiência do Brasil em petróleo; com isso nos livraríamos de nossas riquezas e teríamos um imenso desemprego, maior até do que no governo de FHC. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição para acabar com esse crédito consignado, que facilita muito a vida das pessoas que precisam de um empréstimo, assim as pessoas não precisam se humilhar ante parentes e amigos quando precisam de um empréstimo, não precisam pagar juros de 20% ao mês para agiotas, podem comprar o que bem entenderem, pagar suas dividas. Isso tem que acabar. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição e aumentasse a as taxas de juros que o governo Lula está fazendo diminuir mês a mês, para termos queda nos investimentos, queda no crescimento, aumento da inflação, queda nas vendas, aumento do desemprego. Quero a volta do FMI com a sua política econômica recessiva, com arrochos salariais, quero o caos na economia, que o presidente Lula estabilizou após ter recebido a herança maldita de FHC: sei que Alckmin pode fazer muito pior que FHC. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição para trazer para o governo novamente FHC, Malan, ACM, Garotinho, Bornhausen, Arthur Virgilio 3%. Já imaginaram Garotinho cuidando da Segurança Nacional? Juntaria o PCC de SP com o CV do RJ, seria o Brasil dominado pelo crime organizado, seria o jeito Alckmin de governar fazendo acordos com os bandidos, como é feito em SP. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição para flexibilizar as leis trabalhistas, chega de trabalhador ter tantos direitos. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição para acabar de vez com o MST e colocar todo mundo na cadeia, terra é para latifundiário, é para ricos fazendeiros, tem que acabar com essa tal reforma agrária que o governo Lula está fazendo, dando terra fértil, produtiva, para um bando de pobres que formam cooperativas, geram empregos, renda, sustentam famílias. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição e acabasse com os financiamentos da Caixa para compra de casa própria para pessoas de baixa renda e para classe média: quero ver as pessoas suando todo mês para pagar seu aluguel – que não estarão como agora, no governo Lula, sem aumento. Alckmin, com a política econômica do PSDBPFL, vai fazer os aluguéis subirem mais do que na era FHC. Vão voltar os despejos, vão aumentar os moradores de ruas, os sem-teto. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição, ele e seu vice José Apagão Jorge, ex-ministro do apagão de FHC, vão acabar com o programa Luz Para Todos do governo Lula e cortar os investimentos no sistema elétrico para produzirem um apagão ainda maior e mais danoso do que no governo de FHC. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição, quero ver todas as CPIs para investigar a corrupção de seu governo engavetadas, como ele fez em SP e como fez FHC. Quero que eles fiquem ricos e o povo cada vez mais miserável, cada vez mais com cara de palhaço. Gostaria que Alckmin ganhasse a eleição, esse povo brasileiro tem que sofrer, tem que sangrar, tem que ser humilhado, tem que perder a dignidade conquistada no governo Lula, tem que perder o emprego, a conta no banco, onde já se viu 76% das pessoas dizerem que são felizes. Que negócio é esse de o governo Lula recuperar rodovias, ferrovias, construir a Transnordestina, revitalizar o rio São Francisco, fazer a transposição do rio São Francisco, investir em biodiesel, gerar mais de 6 milhões de empregos, dar aumento real para o salário mínimo, diminuir os preços dos alimentos, aumentar o poder aquisitivo do povo? Com Alckmin isso tudo vai acabar. Que negócio é esse do governo Lula combater a corrupção, a sonegação fiscal, o contrabando, o tráfico de drogas, mandando cada vez mais corruptos para a cadeia – gente da elite corrupta como a dona da Daslu, o dono do Banco Santos, juizes, delegados, advogados, políticos. Com Alckmin isso vai acabar, seus amigos não vão para a cadeia. Quem sou eu para desejar que Alckmin seja eleito? Eu sou a Desgraça, filha do Caos e da Corrupção, irmã da Miséria, neta da Fome, madrinha dos Cavaleiros do Apocalipse.
Jussara Seixas

10/02/2006

NO 2º TURNO É LULA
Todas as pesquisas de intenção de voto davam Lula como reeleito no primeiro turno. Todos os analistas dos institutos de pesquisas diziam: " Lula está reeleito no primeiro turno, só não será reeleito no primeiro turno se aparecer um fato novo!" O fato novo apareceu: foi a compra, por alguns integrantes do PT, de um dossiê que envolve Serra com os sanguessugas quando ministro da saúde de FHC. Com ajuda da mídia – os grandes jornalões de SP e a Rede Globo – fabricou-se o fato novo: a compra do dossiê tornou-se um crime maior do que aquele que o conteúdo comprova. A atuação do delegado da PF que entregou as fotos do dinheiro apreendido, bem como as declarações dele aos jornalistas, de que pretendia prejudicar Lula e o governo, deixa claro que o PT caiu em uma armadilha armada há muito tempo. São Paulo não votou em Lula, por isso vai haver 2º turno. No entanto, por incrível que pareça, por inacreditável que pareça, eles elegem Maluf deputado federal. Maluf, o filhote da ditadura, que comprovadamente roubou o estado e a cidade de SP, que mandou milhões de dólares para paraísos fiscais. Maluf, que já disse que as professoras não ganham mal, são é mal casadas, que já disse estuprem mas não matem, que foi preso pela Policia Federal por lavagem de dinheiro, por corrupção. Quem votou em Maluf, em Alckmin, em Serra, não tem o direito de cobrar ética, de falar em combate à corrupção, combate à mentira. Quem elegeu esses pulhas é burro ou agiu de má fé. Não tem o direito de se indignar com os ataques do PCC, com a insegurança em SP. Não tem o direito de reclamar do péssimo serviço de saúde publica em SP, não tem o direito de reclamar que seus filhos têm de freqüentar escolas de lata, não pode reclamar da falta de vagas nas universidades e nas escolas públicas. Quem votou nesses embusteiros não pode reclamar das enchentes em SP, dos bueiros entupidos, da falta de iluminação, da falta de asfaltamento nas ruas. Quem votou nessa corja não pode reclamar das tarifas dos ônibus, dos pedágios, das contas de água e luz, dos impostos e das multas abusivas. Vamos para o 2º turno, para a reeleição do Lula, estamos preparados para mostrar o embuste que é Alckmin, vamos mostrar ao Brasil como Alckmin governou SP, como roubou a Nossa Caixa, como engavetou 69 CPIs para investigar a corrupção em seu governo, como conseguiu causar insegurança em SP, como fez as negociatas com o PCC. Vamos mostrar Alckmin comprando, com dinheiro público, deputados da ALSP para tentar eleger o presidente da casa. Vamos apresentar o seu vice José Apagão Jorge, ex-ministro do apagão de FHC. Vamos mostrar o rombo que Alckmin deixou nas contas do estado de SP, vamos mostrar os 400 modelitos da Lu Alckmin. Vamos mostrar tudo isso e muito mais safadezas, negligências e incompetências de Alckmin, para todo o Brasil. Vamos mostrar que Alckmin é discípulo de FHC, que um eventual governo Alckmin será muito pior do que foi o de FHC. Vamos mostrar que, com Alckmin, FHC estará de volta, e trará de volta o desemprego, o caos na economia, a miséria e a fome. Vamos poder explicar tudo isso ao povo até dia 29. Vamos mostrar e provar que Lula é o melhor presidente do Brasil, e vamos vencer. É Lula de novo com a força do povo
Jussara Seixas

9/29/2006

QUE DEBATE ?
Assisti ontem o que deveria ser um debate de idéias, propostas e realizações dos candidatos a presidente. O que vi na realidade foi uma mistura dos Trapalhões com os Três Patetas. Nada contra eles, são muito engraçados e não são candidatos a presidente do Brasil. Os três candidatos deveriam apresentar propostas para diminuir a desigualdade social, como faz o presidente Lula. Deveriam ter falado em segurança, em combater o crime organizado, em equipar e melhorar os salários das polícias, como faz o presidente Lula. Deveriam discutir a construção de presídios de segurança máxima para evitar rebeliões, evitar que os presos comandem o crime de dentro das cadeias, como fez o presidente Lula, que construiu e entregou a penitenciária de Catanduvas; outras quatro estão sendo construídas e serão entregues até o fim de 2007. Eles deveriam ter falado sobre organizar operações da PF para combater o crime organizado, a corrupção, a lavagem dinheiro, a sonegação fiscal, como faz o governo Lula: a PF fez operações que resultaram na prisão de mais de 2.600 pessoas que atuavam há mais de dez anos sem serem importunadas. Nenhum outro governo combateu tanto a corrupção como o governo Lula. Eles deveriam ter debatido a educação dos jovens, as parcerias com universidades particulares, a construção de universidades públicas e a contratação de professores, como fez o presidente Lula ao criar o PROUNI. Eles deveriam ter debatido como fazer para reduzir as taxas de juros, a Selic, sem causar inflação, sem sustos, sem pacotes, sem instabilidade econômica, como fez o presidente Lula. Eles deveriam ter falado em como fazer para que a exportações sejam sempre recordes, como faz o presidente Lula, e garantir essas divisas gerem empregos e renda no país. Eles deveriam falar em como o BNDES poderia financiar as micro e pequenas empresas, e dessa forma gerar crescimento, emprego e renda, como faz o governo Lula. Eles não falaram nada, não fizeram nenhuma proposta de um governo melhor do que o governo do presidente Lula. Eles falaram em reduzir impostos, mas não sabem quais impostos, nem como isso será feito sem acarretar um impacto negativo para o orçamento do governo. Falam em infra-estrutura mas não disseram de onde vão tirar recursos para essas obras. Eles não falaram em aumentar o salário mínimo, em diminuir os custos dos alimentos, em levar energia para os rincões deste imenso Brasil, como fez o presidente Lula. Como eles não têm nada para apresentar, nenhuma proposta de governo, não sabem fazer nada de bom para o país e para o povo brasileiro, combinaram entre si atacar o presidente Lula, que está fazendo tudo de bom para o país. Foi um quadro humilhante para quem se acha em condições de governar o Brasil, foi uma total falta de respeito para com os telespectadores, para com o eleitor. Disseram baixarias, usaram palavras chulas, frases caluniosas, para ofender o presidente Lula. Ainda bem que o presidente Lula não participou desse jogo de cartas marcadas. Se o presidente Lula tivesse comparecido, e como não haveria o debate de idéias, o presidente Lula teria de perguntar ao Alckmin por que ele engavetou as 70 CPIs para investigar a corrupção em seu governo em SP. O que Alckmin tem de tão sujo e criminoso para esconder? Por que Alckmin deixou o PCC tomar conta de SP? Por que ele não combateu a criminalidade, por que ele sucateou e abandonou o sistema prisional em SP? Por que o governo dele fez acordos com bandidos, deixando a população em total insegurança? Por que Alckmin fez uso indevido do dinheiro da Nossa Caixa para se promover, pagando com dinheiro público sites e revistas de aliados de FHC do PSDB? Porque Alckmin não se defende e apresenta provas de que o envolvimento dele na lista de FURNAS, em que aparece como tendo recebido 9 milhões do Dimasduto para caixa 2, não é verdadeiro? Por que Alckmin, que é do PSDB, não explicou por que o Azeredo, senador do seu partido, continua senador, continua no PSDB, se ele comprovadamente usou o caixa 2 do valérioduto em 1998? Como Alckmin quer falar em ética, respeito, combate à corrupção, quando ele não combate a corrupção de seu partido, permitiu que a Lu Alckmin recebesse 400 modelitos, e engavetou todas as CPIs? Alckmin tem muito a explicar, muito para ser investigado. Heloisa Helena e Cristovam são dois rancorosos coadjuvantes mambembes, HH por ter (sabiamente) sido expulsa do PT, e Cristovam por ter sido demitido pelo presidente Lula por incompetência: agora o que lhes interessa é vingança. Enquanto isso o povo quer Lula de novo, e a força do povo vai reeleger Lula no domingo, no 1º turno.
Jussara Seixas

9/28/2006

VITÓRIA DO POVO BRASILEIRO
Domingo, dia 1º de outubro, vou votar em Lula, o melhor presidente que o Brasil já teve. Vou votar como em 2002, sem medo de ser feliz, com a certeza que estou elegendo o melhor para o meu país. Vou votar na queda da desigualdade social, na diminuição da miséria, na geração de emprego e renda. Vou votar no crescimento sustentável, na solidez econômica. Vou votar no combate à exclusão social, vou votar pela dignidade de um povo. Vou votar em quem pensou e fez o possível e o impossível para melhorar a vida das pessoas e do país. Vou votar para que o PROUNI não acabe, vou votar para que o Bolsa Família não acabe, vou votar para que o crédito consignado não acabe, vou votar para que o Brasil continue auto-suficiente em petróleo. Vou votar no Lula. Vou votar para que cada vez mais as pessoas tenham oportunidades, tenham um presente e um futuro com dignidade. Vou votar para que cada vez mais pessoas tenham energia elétrica e acesso a crédito para aquisição da casa própria. Vou votar em quem vai fazer a Transposição do Rio São Francisco e, com isso, levar dignidade ao povo nordestino, gerar milhares de empregos e acabar com a seca no Sertão. Voto em quem gerou 6 milhões de empregos, voto em quem acabou com a inflação, voto em quem deu o maior aumento real para o salário mínimo, melhorando o poder de compra do povo. Voto em quem derrubou os preços dos alimentos, para que as pessoas possam comer mais e melhor. Voto em quem combateu a corrupção como nunca foi feito antes neste país. Voto contra a desigualdade social, voto contra o apagão, voto contra a fome e a miséria, voto contra a elite. Voto contra a volta do FHC, que desgraçou este país, pelas mãos de Alckmin. Voto contra Alckmin, o discípulo de FHC. Voto contra a volta do FMI, contra os juros altos, voto contra a instabilidade econômica, contra o desemprego, contra a privatização da Petrobras, da Caixa Federal, do Banco do Brasil. Voto contra quem deixou o meu estado, SP, ser dominado pelo crime organizado. Voto contra quem faz acordos com bandidos. Voto contra quem engavetou 70 CPIs para investigar a corrupção em seu governo, voto contra quem protege, apóia e acoberta o contrabando de luxo e a sonegação fiscal. Voto contra quem não repassa verba para a educação e manda a PM bater em estudantes e professores. Voto contra quem faz uso do dinheiro publico, como da Nossa Caixa, para se autopromover, pagando sites e revistas de aliados de FHC, do PSDB. Voto contra quem quer desgraçar o meu país, trazer de volta o caos econômico e social, a miséria e a fome. Os filhos do Brasil não fogem à luta, por isso é Lula de novo com a força do povo.
Jussara Seixas