6/30/2006

DATAFOLHA INFORMA

LULA VENCE NO 1º TURNO

LULA É IMBATÍVEL

Lula teria 54% dos votos válidos (excluídos nulos e brancos) para que não haja segundo turno, precisará ter ao menos 50% mais um em 1º de outubro. Alckmin tem 35% dos votos válidos.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3006200602.htm

6/25/2006


LULA DE NOVO
Não adianta tentarem
me calar
Nunca ninguém vai abafar a minha voz
Quando o povo quer, ninguém domina
O mundo se ilumina, nós por ele e ele por nós [bis]
O Brasil quer seguir em frente
Com o primeiro homem do povo presidente
Ele sabe governar com o coração
E governa pra todos com justiça e união
É o primeiro presidente que tem a alma do povo
Que tem a cara da gente
São milhões de Lulas povoando este Brasil
Homens e mulheres noite e dia a lutar
Por um país justo e independente
Onde o presidente é povo
E o povo é presidente [bis]
Nós estamos aqui de novo...
[Coro]: Cantando!
Um sonho novo... [Coro]:
Pra sonhar!
Nós estamos aqui de novo... [Coro]:
Lutando! A esperança não se cansa... [Coro]:
De gritar: [Coro 4x]:
É Lula de novo, com a força do povo!
CLIQUE AQUI E OUÇA O TEMA DA CAMPANHA!

6/17/2006

LULA É HUMILDE ATÉ QUANDO É OFENDIDO PELO PSDB E PFL

"Por que tanto ódio, tanta inveja e tanta raiva?"

Representantes da esquerda que, no passado, foram torturados até a morte, sabiam que "Suportar a dor física é tão duro quanto enfrentar a dor da infâmia e da leviandade",

Num gesto de HUMILDADE, O presidente disse que não pretende falar mal de ninguém durante a campanha, pois não tem "idade" para isso. Ele afirmou aos mais de 500 jovens ligados ao PC do B e ao PSB que é preciso uma união de forças para apresentar uma candidatura. "Nós vamos decidir uma candidatura para não permitir que este País viva os retrocessos que viveu durante as décadas de 80 e 90."

Presidente LULA é humilhado covardemente pelo PSDB e PFL

O senador José Jorge (PFL-PE), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo tucano Geraldo Alckmin, voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ontem, o senador disse que Lula "não trabalha, viaja e bebe muito". Em nota, Jorge acrescentou que, além disso, "aqueles que Lula trata como companheiros são qualificados pelo procurador-geral da República como uma organização criminosa".

Em resposta às críticas do senador pefelista, Lula afirmou, no Recife, que falta caráter à oposição. José Jorge, comentando essa resposta, acusou o presidente de ter feito "mais um discurso sem comedimento". O senador pefelista ironizou a afirmação "este metalúrgico tem caráter", feita por Lula.

Jorge disse que o comportamento do presidente é "mercurial" e acompanha o movimento solar: "Quando o tempo esquenta, ele abandona o 'Lulinha paz e amor' para encarnar o presidente soberbo." José Jorge ironizou também a afirmação de Lula de que quer "mostrar mais trabalho". "O presidente gosta mesmo é de voar no Aerolula e discursar sobre as melhores coisas do planeta que aconteceram ou acontecem todas em sua gestão."

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), também rebateu a declaração de Lula. Sem citar o nome do presidente, Virgílio afirmou em nota distribuída à imprensa que falta caráter "a quem finge desconhecer o mensalão". Nela, o senador critica, entre outros, "quem compactua com esse esquema de corrupção que mereceu contundente denúncia por parte do Procurador-Geral da República".

6/06/2006

Enquanto FHC fica de nhém-nhém, Serra de trololó, e Alckmin rolando léro, o presidente Lula que está fazendo tudo de bom pelo Brasil e pelo povo brasileiro, sobe 7 pontos de vantagem contra Alckmin em SP. O povo não é bobo, o povo está de olho!
Agência Estado
13:01 06/06
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, no principal reduto eleitoral do tucano, o Estado de São Paulo. É o que mostra a pesquisa Ibope realizada entre os dias 2 e 4 deste mês, com 1.204 entrevistados em 62 municípios. Lula aparece com 40% das intenções de voto e Alckmin, com 38%.

6/02/2006

LULA É IMBATÍVEL!
01/06/2006 - IBOPE: Lula seria reeleito no primeiro turno em qualquer cenárioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria reeleito já no primeiro turno se as eleições fossem hoje. Pesquisa Ibope divulgada na noite desta quinta-feira (1) mostra que este seria o resultado em qualquer cenário pesquisado. O presidente atinge entre 62% e 63% dos votos válidos no primeiro turno, o que lhe garantiria, em tese, uma votação superior a que ele obteve no segundo turno em 2002, quando ficou com 61,3% dos votos válidos.De acordo com a pesquisa, Lula tem 48% dos votos absolutos e supera a soma das intenções de voto de todos os adversários, que chega a 29% no cenário sem candidato do PMDB, considerado o mais provável. Brancos e nulos somam 14% do eleitorado. Os 48% de Lula, neste caso, equivalem a 63% dos votos válidos.Atrás de Lula, pela ordem, aparecem o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, com 19%, Heloísa Helena (PSOL), com 6%, Enéas (Prona), 2%, Cristovam Buarque (PDT), com 1%, e José Maria Eymael (PSDC), com 1%.Na hipótese em que o PMDB lança o senador gaúcho Pedro Simon, Lula também fica com 48% dos votos. Neste caso, o índice do presidente equivale a 62% dos votos válidos.A seguir, aparecem Alckmin com 18%, Heloísa Helena com 5%, Enéas e Simon, com 2% cada. Neste cenário, o Ibope incluiu o nome de Roberto Freire (PDT), que ficou com 1%. Cristovam Buarque e José Maria Eymael tiveram menos de 1% da preferência. Brancos e nulos perfazem 13% do eleitorado.Lula também venceria Alckmin em um eventual segundo turno. O presidente aparece com 53% da intenção de votos, e o ex-governador de São Paulo, com 31%.Este é o primeiro levantamento do Ibope sem Anthony Garotinho ou Germano Rigotto como candidatos do PMDB. Na penúltima pesquisa do instituto, realizada nos dias 3 e 4 de março, e que tinha Garotinho como candidato, Lula aparecia com 43%, Alckmin com 19% e o ex-governador fluminense com 14%.Encomendada pela Rede Globo, a pesquisa foi realizada entre o último domingo e a última quarta-feira (de 28 a 31 de maio) e registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo 7728/2006. Foram entrevistados 2.002 eleitores em todo o Brasil.Na semana passada, pesquisas do Datafolha e do Instituto Sensus também apontaram a vitória de Lula no primeiro turno. O placar no Datafolha foi 45% para Lula e 22% para Alckmin. No Sensus, o presidente vence Alckmin por 42,7% a 20,3% (no cenário sem candidato do PMDB).Com informações da Rede Globo e do portal UOL.

5/29/2006

GOVERNO LULA
O Fantástico ontem mostrou com exclusividade a Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Catanduvas. Vale a pena assistir o vídeo, veja o que o governo Lula está fazendo com o imposto que você paga, para combater o crime organizado, e diminuir a violência no país.

http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M467426,00.html

http://www.porumnovobrasil.org/web/

5/20/2006








O POVO SEM MEDO DE SER FELIZ!


Aplaudido e solicitado, Lula prometeu que desceria do palanque. “Vou até aí falar com vocês.” E foi. Enfrentou um corpo-a-corpo com direito a empurrões e apertos de mão. “Presidente, fale comigo”, imploravam jovens e aposentados do Clube da Terceira Idade que foram ver Lula de perto. “É Lula de novo”, gritava o povo, quase caindo no meio da multidão. No palco ao lado, o forrozeiro cantava músicas mais compatíveis com a presença do presidente, candidato à reeleição: “Ouvi dizer que você vai voltar”.A visita de Lula de em Natal foi a maior parte do público de colégios oficiais ou grupos de adultos e idosos e jovens. Mas uma incursão pelo lado de fora da festa mostrava que na região a blindagem de Lula é grande. Mesmo com os problemas que envolveram seu partido e o governo.“Estava andando na praia e soube agora que ele vem para cá. Ainda não tomei café, mas vou esperar.. Ele é uma pessoa de baixo que subiu na vida e não vai se esquecer dos pobres. Voto nele de novo porque não tem ninguém melhor”, afirmou a aposentada Terezinha Lima, 67 anos, natural de Caetés (a terra de Lula) e residente em Natal há quinze anos. O feirante Paulo Sete de Lima, 80, afirmou que apesar de não ser mais obrigado a voltar devido à sua idade, faz questão de comparecer às urnas. “Briguei com minha mulher porque ela disse que político nenhum presta. Para mim é Lula na cabeça. Ele é um homem bom. Tenho que votar nele. Vou votar em quem?. Do lado de fora do cercado, as faixas trazidas por moradores também defendiam: “Lula de novo.”
http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

5/11/2006

RS É LULA É PT
O Vermelho (10/05/06)
Pesquisa mostra Lula e Olívio Dutra liderando no RS
Pesquisa realizada pelo Instituto Methodus de Porto Alegre, mostra o ex-governador e ex-ministro do Governo Lula, Olívio Dutra, liderando a preferência do eleitorado gaúcho para o Governo do Estado. A pesquisa também apurou a preferência dos gaúchos para a eleição presidencial e ao Senado. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de março de 2006, abrangendo 25 cidades gaúchas e ouvindo 1.500 pessoas. Na simulação para Presidente, Lula lidera com 35,4%, seguido de Garotinho do PMDB com 17,9%, Alckmin do PSDB ficaria em terceiro lugar com 16,1%, em quarto Heloisa Helena do P-SOL com 9,8%, depois aparecem Roberto Freire do PPS com 2,2% e por último Cristóvão Buarque do PDT com 1,5%. Na simulação em que Garotinho é substituído por Germano Rigotto do PMDB – atual Governador do Estado - , este apresenta percentual menor do que o ex-governador carioca, ficando com apenas 14,0% das intenções de voto dos gaúchos. Para o Senado, a liderança é do atual Senador Pedro Simon do PMDB, com 47,8% das intenções, seguido de Beto Albuquerque do PSB com 14,5%. Posteriormente a data da realização da pesquisa, o PSB decidiu por uma candidatura própria ao Governo do Estado e a candidatura de Beto Albuquerque para reeleição à Câmara dos Deputados. Em terceiro, aparece o candidato do PT, Miguel Rossetto com 12,1%, seguido de Júlio Redeker do PSDB com 5,6% e Pratini de Moraes do PFL com 2,0%.

5/10/2006

Adoro ter operário de esquerda no poder (TEXTO LONGO, MAIS EXTREMAMENTE GOSTOSO DE LER. IMPERDÍVEL)

MARILENA FELINTO


Adoro pelo simbólico que é, pela afronta que representou e representa, pelo que esfrega na cara da classe dominante, pelo desespero em que ela tem entrado diante da possibilidade de que o operário seja reeleito – desespero expresso de maneira reiterada, em letras de manchete, pela imprensa irresponsável, covarde e, ela sim, corrupta, mentirosa.

Adoro! Pelo simples fato de que a presença de um operário de esquerda no poder humilha as oligarquias e os oligopólios. Pela primeira vez, tudo o que é poder e prestígio – a presidência da República – escapou das mãos dos ricos da classe política dominante: a direita neoliberal e seu séqüito.

Está nas mãos de um operário nascido nas brenhas de Caetés, distrito de Garanhuns, Pernambuco, que se bateu para os confins da metrópole de São Paulo ainda menino, na carroceria de um “pau-de-arara”.

Está nas mãos de um trabalhador de nível médio, sem diploma universitário, e que teve seu primeiro registro assinalado na carteira de trabalho aos 14 anos de idade. E daí? E então? Isso não é importantíssimo?

A-do-ro. Porque não tem CPI, não tem manipulação de imprensa marrom nem tem ardil de bandoleiros da chamada “oposição” que consigam alterar esta realidade: um operário de esquerda no poder já é uma tremenda duma revolução num dos países de maior desigualdade social do mundo. Isso está acima de partidos, de personalidades políticas, de ideologias econômicas e políticas.

Ainda que o operário não fosse reeleito, este momento de agora já seria de comemoração. As CPIs são novelas de quinta categoria (que a maioria da população, felizmente, não acompanha), inverossímeis, cheias de personagens rasos e contraditórios, bandoleiros (os “oposicionistas”) travestidos de retidão ética e moral – quando todo mundo está cansado de saber que são eles os piores, os mais corruptos, os mais sacanas.

A maioria da população, felizmente, não acompanha as CPIs nem acredita na imprensa. O próprio Ibope, braço armado da Rede Globo para a pesquisa, divulgou recentemente pesquisa em que 58% dos brasileiros dizem não acreditar ou desconfiar da televisão e 56% dizem não acreditar ou desconfiar dos jornais impressos. Isso é uma maravilha! Só isso já é motivo de comemoração.

Mas é evidente que a novela de quinta categoria continuará no ar por muito tempo ainda, tentando derrubar o presidente operário, exibida em horário nobre pelas redes de TV imorais e regurgitada no dia seguinte pelos jornalões reacionários e pelo lixo das revistonas semanais. A mídia, como diz um manifesto da Universidade Nômade, sabendo que seu candidato (leia-se, homem do PSDB) deve perder nas urnas (ao menos até hoje) a eleição para a presidência da República, quer voltar a ganhar do jeito de sempre: no conchavo das oligarquias. “A mídia”, diz o manifesto, “pretendendo representar e sobretudo ser a ‘opinião’ pública, apenas defende seus próprios interesses, ou seja, os interesses do monopólio privado que ela representa.

A mídia não é a opinião pública, mas o resultado das concessões da ditadura! Trata-se de uma operação reacionária e totalitária, que usa uma falsa identidade entre opinião pública e mídia. A mídia não foi eleita por ninguém, a não ser pelo dinheiro da publicidade que recebe por um discurso que agrada ao poder econômico. Ela já deixou, há muito tempo, de expressar a opinião pública, desde que as concessões públicas lhes foram entregues pelo Estado, em períodos históricos que estão longe de ser éticos e democráticos: a ditadura!

A efetividade do poder da mídia (sua ‘audiência’ e suas tiragens) tem apenas bases totalitárias!” Ademais, as CPIs não provaram nada de fato. Uma comentarista da Rádio Nederland, em texto divulgado pela Argenpress, agência de notícia da Argentina, no início de abril, explicava: “Não existe nenhuma prova de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja envolvido no esquema de supostos subornos. A esta contundente conclusão chegou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Congresso brasileiro depois de mais de dez meses de investigação.”
O que há, continua a comentarista Nora Di Pacce, é perseguição da imprensa brasileira contra o atual governo, imprensa que, juntamente com a oposição, tenta impedir a reeleição de Lula. Di Pacce cita um dos jornalões diários de São Paulo como o carro-chefe da perseguição. Segundo ela, este jornal “começou a utilizar um título particularmente chamativo para as notícias obre o tema: ‘Cerco’. Nas notas, divulga-se todo tipo de denúncias contra o governo, sem importar se se referem a Lula ou a um empregado que trabalhe na casa de algum funcionário do governo. A idéia de um Lula ‘cercado’, ‘encurralado’, é a que mais se tenta destacar nos grandes meios de comunicação, em particular na imprensa escrita.

Não é novidade a posição da imprensa com relação ao governo, nem sua clara preferência pelos candidatos e governos da direita neoliberal, representada pelo PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), que governou o Brasil durante os períodos anteriores à chegada de Lula ao poder.” Adoro operário de esquerda no poder porque é um raro momento para experimentar um alívio na opressão social antes exercida aqui pelo grupo do PSDB de Fernando Henrique Cardoso (o mesmo que quer voltar ao poder a qualquer custo), uma momentânea interrupção no abuso, na exploração e na injustiça sistemáticas que esse grupo político pratica contra as camadas pobres da população. Adoro! Só para observar que quem acompanha CPI são exatamente os órfãos do PT, mergulhados num egocentrismo patético ou num ressentimento constrangedor.

Tudo gente diplomada em universidade, tudo gente pretensiosa, que se acha o supra-sumo do saber – e que precisava passar um mês que fosse (muitos deles) nos bastidores de uma redação de jornal para descobrir com quantas linhas de mentira e manipulação se tenta construir um candidato favorável ao poder econômico e se quer destruir um presidente operário. Só para adquirir (muitos deles) um pouco da aprendizagem técnica para a decodificação de mensagens. Só para descobrir (muitos deles) a que grau a imprensa consegue manipulá-los e deformá-los, especialmente a eles, os diplomados.

5/04/2006

03/05/2006 - Para eleitor, Brasil de Lula mudou para melhor
Pesquisa realizada pelo instituto Criterium aponta que, para a maioria dos brasileiros, o Brasil mudou para melhor com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esta é a opinião de 58% dos entrevistados pelo levantamento, encomendado pela Fundação Perseu Abramo e divulgado parcialmente pelo jornal O Estado de S.Paulo no último domingo (30).
O levantamento, realizado entre os dias 10 e 16 de março com 2.379 pessoas de todos os Estados do país, tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Entre os 58% que acham que houve mudanças positivas no país, 16% consideram que mudou muito, e 42%, que mudou um pouco. Para outros 25% dos entrevistados, não houve mudança, e apenas 13% acreditam que o país mudou para pior.

“Essa percepção de que o Brasil mudou para melhor é o que sustenta a popularidade do governo e as boas chances de reeleição”, afirma o sociólogo e cientista político Gustavo Venturi, diretor da Criterium.

Entre as principais ações positivas do governo, os programas sociais são citados por 33% dos entrevistados — especialmente Bolsa Família, Bolsa-Escola e ProUni —, a economia é citada por 18%, e o combate à fome, por 14%, seguido por salários (7%), geração de empregos (6%) e educação (5%).

Apresentados a uma lista de áreas de atuação do governo Lula, os entrevistados escolhiam entre as opções “melhorou”, “piorou” e “ficou igual”. Os melhores resultados, ou seja, os maiores saldos (diferença entre os índices “melhorou” e “piorou”) foram, em ordem decrescente: 1) participação do Brasil na política internacional; 2) educação pública; 3) apoio ao esporte e lazer; 4) combate à fome e à miséria; e 5) desenvolvimento econômico do país. Os saldos mais baixos foram verificados em: 1) segurança e combate à violência; 2) combate à corrupção; e 3) manutenção das estradas.

Lula X FHC

Na comparação entre o governo atual e o de FHC, Lula sai disparado na frente: a gestão Lula é melhor para 48% dos entrevistados, igual para 25% e pior para 21% — 6% não souberam responder.

O índice de aprovação ao governo Lula nesses três anos e dois meses é de 57%, segundo a pesquisa da Criterium. Desse total, 8% consideram o governo ótimo, 26% o classificam como bom e 23%, como “regular para bom”.
O governo é reprovado por 35%.

O grau de satisfação com o governo também é positivo: 51% estão satisfeitos, contra 43% que dizem estar insatisfeitos. Os que votaram em Lula e estão satisfeitos com suas ações são 37%. Apenas 19% dos que votaram nele estão arrependidos. Entre os entrevistados que não votaram no Lula, 14% estão satisfeitos com o que ele vem fazendo. Outros 24% que não são seus eleitores não gostam de seu governo.

O grau de satisfação com o governo é maior no Nordeste, chegando a 71%. Em seguida vêm as regiões Norte e Centro-Oeste (54%), Sudeste (43%) e Sul (40%).

A pesquisa também mediu o desempenho pessoal de Lula, que continua alto: é aprovado por 63% dos entrevistados. O índice de desaprovação é de apenas 30%. A avaliação do desempenho pessoal do presidente é positiva para 43%, regular para 37% e negativa para 18%.

Percepção de crise

A percepção de o Brasil mudou para melhor também contribui, segundo Gustavo Venturi, para outro resultado da pesquisa: apesar de a oposição martelar há cerca de um ano, na mídia, a idéia de que este seria o governo mais corrupto da história, a população não comprou essa falsa idéia.

A maioria dos brasileiros acredita que os governos de outros partidos são mais corruptos. Para 69% dos entrevistados, “tem corrupção na maioria dos governos, até mais nos governos de outros partidos”. Apenas 15% acreditam que “isso [a denúncia de corrupção] não foi um caso isolado, mas acontece principalmente nos governos do PT”. Outros 5% escolheram a frase “esse tipo de corrupção é um caso isolado, aconteceu somente no governo Lula”. Não souberam responder 7% dos entrevistados.

“Há um grau de percepção sobre a crise que abalou o PT, mas o partido continua sendo, para a população brasileira, o que tem maior compromisso com os movimentos sociais”, avalia Venturi. De acordo com ele, se o pilar da ética chegou a ser abalado, a popularidade permanece porque o outro pilar, o do compromisso com o trabalhador, continua firme.

Preferência partidária

Esta avaliação é confirmada quando medida a preferência partidária dos entrevistados. Reafirmando o que as pesquisas anteriores vinham mostrando, o PT continua a ser o partido preferido do eleitorado brasileiro. Preferem o PT 23% dos entrevistados. Em segundo lugar, bem distante, está o PMDB, com 9% da preferência e PSDB, com 7%. Confira a preferência por partido:

PT – 23%
PMDB – 9%
PSDB – 7%
PFL – 4%
PDT – 1%
PL – 1%
PTB – 1%
Outros – 3%
Sem preferência – 53%

Questionados sobre as razões da preferência pelo PT, a maioria (15%) afirmou que o motivo principal é que a atenção do partido é voltada aos menos favorecidos. Em seguida, com o segundo maior número de citações (5%), está o fato de o entrevistado acreditar nas propostas e nos ideais do partido.


PT hoje

As mudanças promovidas pelo PT após a crise política, com o afastamento de alguns dirigentes e a renovação de seus quadros com o PED (Processo de Eleições Diretas), foram consideradas positivas por 41% dos entrevistados. Outros 40% não souberam responder e 8% consideraram-nas negativas.

Para 34% dos entrevistados, as mudanças foram verdadeiras, mas insuficientes, e é preciso fazer mais. Outros 25% consideram que a mudança foi apenas uma fachada para fingir que o partido estava mudando. Ainda, 16% acham que as mudanças foram adequadas aos problemas que as denúncias apontavam e 8% classificaram as mudanças de “exageradas” e que o partido não deveria ter perdido os dirigentes que perdeu — 18% não souberam responder a questão.

Para os próximos anos, a maioria esmagadora (71%) acredita que o PT vai se recuperar. Desse total, 31% ressalva que não será tão forte como antes; 28% acha que o partido voltará a ter a mesma “musculatura” que antes; e 13% acha que o PT vai continuar crescendo como sempre cresceu, desde que surgiu.

Uma minoria (19%) aposta que o PT não irá se recuperar, ficará menor e perderá força política. Outros 8% não souberam responder.

Financiamento de campanha

A pesquisa indica que a maioria da população prefere que o financiamento de campanhas continue privado, ao contrário do que defende o PT e outros partidos de esquerda. Entre os entrevistados, 45% preferem que o financiamento de campanha continue como está. O financiamento público foi defendido por 39%. Outras respostas somaram 5%, e 11% não souberam responder.

O resultado indica, segundo Gustavo Venturi, um esclarecimento insuficiente sobre este tema. De acordo com ele, a recente crise política ocorrida no país foi pouco utilizada no sentido de aprofundar a discussão sobre mecanismos de financiamento de campanha. “Essa questão teria que ter sido muito mais debatida”, diz o cientista político.

A pesquisa estará disponível no site da fundação (www.fpabramo.org.br).

4/22/2006

GOVERNO LULA

Auto-suficiência em petróleo
é marco histórico

Os deputados petistas Luiz Sérgio (RJ), Bassuma (BA) e Luiz Alberto (BA) comemoraram nesta quinta-feira (20) o anúncio da auto-suficiência de produção de petróleo no Brasil que será feito amanhã pela Petrobras.
Os parlamentares ressaltaram a importância da conquista, com a entrada em operação da plataforma P-50, que garantirá ao Brasil blindagem às oscilações do mercado internacional de petróleo.
O anúncio da auto-suficiência de produção de petróleo brasileira ocorre no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita a plataforma P-50, instalada no campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos, litoral norte fluminense.
A P-50 será a maior plataforma em operação no País e garantirá mais de 180 mil barris/dia de petróleo à produção nacional. No mês passado, a Petrobras produziu diariamente 1,75 milhão de barris de petróleo.
Para o deputado Bassuma, a inauguração da plataforma, mais que uma conquista para a população brasileira, é o sinal de que o país estará livre pelos próximos 20 anos das disputas internacionais pelo petróleo.
“No ano passado o petróleo teve uma alta absurda em função da invasão do Iraque pelos EUA e aliados. Neste ano, o preço do petróleo já ultrapassa US$ 72 por barril. Nesse cenário, a P-50 representa uma mudança mais que importante na matriz energética brasileira. O petróleo é estratégico para o mundo, e esta estabilidade garantirá ao Brasil ficar fora das disputas internacionais na área energéica”, disse o parlamentar.
Bassuma lembrou que o Brasil tem, em abundância, a possibilidade de ter todas as fontes de energia renováveis e de biocombustível conhecidas no mundo (solar, eólica, hidráulica, biodiesel e álcool). “O nosso programa de produção de álcool, para substituir a gasolina, já esta consolidado há 30 anos. Com os novos investimentos brasileiros em biodiesel, que substituirá o óleo diesel, nos próximos dez seremos o único país do mundo em condições de não precisar gastar uma gota de petróleo de nossas reservas. Ou seja, somos o único país do mundo que pode “plantar petróleo” para sempre, pois só precisamos de terra, água e sol”, explicou.
Investimentos brasileirosNa avaliação do deputado Luiz Sérgio, a auto-suficiência brasileira em petróleo se deve, em grande parte, aos investimentos do governo Lula no crescimento sustentável do país.
“Indiscutivelmente, esta conquista brasileira se deve também ao sucesso da política econômica do governo Lula. Desde o início de seu governo, o presidente Lula tem feito da Petrobras uma empresa impulsionadora de desenvolvimento para o Brasil. O Brasil vive o melhor momento de sua história no que diz respeito aos resultados dos investimentos na área de energia, gás e petróleo”, disse.
Pensamento semelhante tem o deputado Luiz Alberto. Segundo o petista, a plataforma P-50 significa um passo decisivo para o Brasil. “Com a auto-suficiência na produção de petróleo, a Petrobras se mostra extremamente competente e faz com que o País deixe de importar e passe a exportar petróleo, caso queira, para outros países. Essa é uma conquista de toda a população e demonstra a capacidade dos profissionais brasileiros de gerar petróleo e mostrar para o mundo do que somos capazes”, finalizou.
Novo marco Há trinta anos, o Brasil importava quase a totalidade do petróleo consumido internamente. O local onde esta instalada a plataforma é a maior província petrolífera do País, respondendo por cerca de 85% da produção nacional de petróleo. Unidade flutuante do tipo FSPO (produz, processa, armazena e escoa o óleo e o gás), a nova plataforma passará a responder sozinha por 11% de todo o óleo extraído no País.
Além de produzir petróleo, a P-50 terá capacidade de comprimir seis milhões de metros cúbicos de gás natural e de estocar outros 1,6 milhão de barris de petróleo. De acordo com o conceito adotado pela Petrobras, a auto-suficiência é a disponibilidade de petróleo produzido nos campos nacionais, em volume igual ou superior ao consumo e à capacidade de refino do país para atender a demanda do mercado brasileiro.
Hoje, a demanda nacional pelo produto é de 1,8 milhão de barris (a mesma do Parque Nacional de Refino), enquanto a produção, com a entrada em operação da P-50, deverá fechar o ano com uma média diária em torno de 1,9 a 1,91 milhão de barris.
Agência Informes (www.informes.org.br)









4/20/2006

19/04/2006 - Lula destaca ações para povos indígenas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta quarta-feira (19), Dia do Índio, uma avaliação das ações do governo para os indígenas. Lula lembrou que, na atual administração, os índios têm sido tratados como cidadãos brasileiros, com direito à terra, à educação, à saúde e à energia elétrica. "No nosso governo, para nós, todo dia é dia do índio. Para nós, todo dia é dia dos brasileiros", disse o presidente, que participou da inauguração do programa Luz Para Todos na reserva indígena Guarita, no município gaúcho de Tenente Portela, localizado a 453 quilômetros de Porto Alegre (RS). Com a energia elétrica, 7.500 índios das etnias Kaingang e Guarani da reserva poderão melhorar a produção de milho, feijão, fumo, frutas, soja, verduras e trigo. Eles planejam comprar geladeiras para conservar e vender leite e derivados. O investimento total foi de R$2,5 milhões.No discurso, o presidente citou ações governamentais, nos últimos três anos, para a comunidade indígena, como o aumento de 40% no número de vagas para índios nas escolas e investimento de R$ 20 milhões, no ano passado, em obras de saneamento básico em 297 aldeias.
Segundo Lula, 19 mil famílias indígenas recebem o Bolsa-Família, principal programa de transferência de renda do governo federal.
JustiçaO presidente defendeu as reivindicações que os índios fazem ao seu governo. "Não tenham medo de reivindicar", ressaltou. Ele lembrou que já foram homologadas 55 áreas indígenas com 9,8 milhões de hectares."Por mais difícil que seja, nós não vamos abrir mão de fazer. As pessoas gostariam que nós pegássemos todo o dinheiro do Estado e gastasse apenas com aquela parte que há 500 anos recebe o dinheiro do Estado. Nós achamos que o dinheiro do estado tem que ser repartido de forma justa", destacou Lula.As informações são da Agência Brasil.

4/18/2006

VAMOS PARTICIPAR DESTE MANIFESTO

Carta aberta do povo brasileiro:
Em defesa do governo do Presidente Lula
O Brasil é uma nação desigual. No mesmo solo, convivem a riqueza e a miséria o doutorado e o analfabetismo e tantas outras desigualdades gritantes que afrontam a dignidade humana.Porém, nunca como agora as classes menos favorecidas foram alvos de tanta consideração por parte do governo federal. Os projetos sociais implementados pela administração do Presidente Lula, como o Bolsa Família, o Bolsa Escola, o Pro Uni, a Farmácia Popular, o Luz Para Todos, entre outros, estão, de fato, promovendo o resgate da cidadania dos pobres desse país, relegadosdurante décadas ao papel de coadjuvantes da História Brasileira, servindo apenas como mão-de-obra barata para ampliar as vantagens econômicas e sociais desfrutadas pelas elites.O projeto de nação igualitária e justa que sonhamos começou a ser realizado quando a administração do Presidente Lula teve início. Estamos vivenciando um momento único: a construção da história. Não temos dúvidas de que a atuação do Governo Lula é uma das ferramentas que está permitindo a transformação do poder nesse país.No entanto, essa atenção do governo aos mais pobres despertou a ira de muita gente, aqueles que sempre viveram às custas da exploração do povo.Acostumadas a ser as únicas beneficiárias dos recursos produzidos pela nação as elites desencadearam, com o apoio de parte expressiva da mídia nacional, uma campanha como poucas vezes se viu para inviabilizar o governo do presidente Lula. No entanto, depois quase 1 ano de bombardeio intenso de duas CPIs, com cobertura ampla e engajada da mídia, o prestígio do presidente continua inabalável. Isso porque, além dos benefícios proporcionados pela política social e econômica, o povo percebe que as instituições da República estão cumprindo a sua função. As irregularidades estão sendo apuradas e os responsáveis punidos pela Justiça. Nunca a Polícia Federal e o Ministério Público atuaram tanto contra a corrupção, bem diferente dos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, quando o Procurador Geral da República ficou conhecido como Engavetador Geral, por esconder na gaveta todos os processos que contrariavam os interesses do governo FHC.Como a campanha sistemática contra o presidente não afetou o prestígio do presidente Lula, que continua liderando as intenções de votos para a próxima eleição presidencial, surge agora, no bojo do movimento oposicionista, rumores cada vez mais fortes sobre a proposta de impeachment do presidente da República, patrocinada por setores reacionários da Ordem dos Advogados do Brasil, com o apoio entusiasmado do PSDB e do PFL (este de tradição golpista que remonta a velha UDN e passa pela Arena, que apoiou a ditadura militar) e da mídia que não suporta ver o povo como protagonista da História.A estes que pretendem espezinhar a vontade do povo brasileiro manifestada na votação histórica obtida pelo presidente Lula, e corroborada atualmente pelas pesquisas eleitorais, um aviso: não ousem afrontar os desígnios do povo. Não queiram ver o circo pegar fogo! Nós que apoiamos o governo do Presidente Lula vamos perseverar na luta para que o presidente termine o seu mandato e concorra à reeleição, como é seu direito. Não vamos tolerar tentativas golpistas patrocinadas por setores retrógrados da sociedade que querem a volta da política de privatização implementada pelo governo do PSDB-PFL.
Não ao golpe!Não ao impeachment!
Pela reeleição do Presidente Lula!
Lula não está só porque Lula é muitos!
Lula somos todos nós!
Com o intuito de reforçarmos nosso apoio ao Presidente Lula, redigimos esta carta, com o apoio de vários grupos, blogs e comunidades. A proposta e colhermos maiores números de assinaturas, para encaminharmos ao Presidente Lula, mídia, OAB, enfim a todos os órgãos possíveis.Mostre o seu apoio assinando e colhendo assinaturas de parentes, amigos, etc. que não têm acesso à internet. Para assinar bastam enviar seu nome, Profissão, Cidade e Estado para o email abaixo:

4/17/2006

GOVERNO LULA

17/04/2006 - OIT: Brasil é exemplo contra trabalho escravo

O Brasil é considerado um exemplo a ser seguido, porque evoluiu muito no combate ao trabalho escravo, afirmou Patrícia Audi, coordenadora nacional do projeto de Combate ao Trabalho Escravo no Brasil, da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Durante seminário realizado nesta segunda-feira (17) pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), ela acrescentou que o problema ainda existe em vários setores produtivos, como o da pecuária, o do algodão e da soja. De acordo com a coordenadora, o setor privado avançou quando assinou, em maio de 2005, o Pacto Nacional contra o Trabalho Escravo, no qual se compromete a não adquirir produtos com origem no trabalho escravo.
"Em relação ao algodão, nós tivemos o apoio da Associação Brasileira de Indústrias Têxteis e de algumas empresas que prontamente aderiram a esse pacto. Aguardamos os resultados do Instituto Algodão Social, criado em Mato Grosso com a intenção de mudar essa realidade", informou. Para a organização, explicou, não importam as razões pelas quais as empresas estão aderindo ao pacto, e sim que o trabalho escravo realmente seja extinto: "O trabalho escravo é inconcebível, agride muito mais do que infringir as cláusulas trabalhistas, é a restrição da liberdade de milhares de brasileiros". A OIT iniciou um diálogo com as empresas do setor do algodão interessadas na extinção desse tipo de trabalho. Para isso, de acordo com Patrícia Audi, baseou-se na "lista suja" divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, contendo os nomes das empresas que utilizam algodão proveniente de mão-de-obra escrava.
Cerca de 10% das empresas relacionadas nessa lista, acrescentou, estão ligadas ao setor e abrangem em torno de 10% dos trabalhadores resgatados. Para mudar essa realidade, a coordenadora apontou a atuação do setor público na fiscalização, uma vez que a principal causa da existência do trabalho escravo é a impunidade.
E disse ser necessária ainda a definição de competências para julgamento desses crimes. "Até hoje não temos ninguém na cadeia devido ao trabalho escravo", disse.Patrícia Audi ressaltou que o consumidor também deve contribuir, procurando saber quais as empresas que não aderiram ao pacto e exigir delas que o assinem. E exigir a aprovação, no Congresso Nacional, da Proposta de Emenda Constitucional que prevê a expropriação de terras onde forem encontrados trabalhadores em regime análogo à escravidão.
"É inconcebível imaginarmos que essa PEC ainda espera aprovação em segundo turno na Câmara e não teve sua votação garantida".
As informações são da Agência Brasil.
17/04/2006 - Setorial de LGBT quer divulgar ações do governo Lula


Nesta segunda-feira, às 15h30, os coordenadores do Setorial de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros do PT-RJ (LGBT), Ney Vieira, e do Setorial similar do PT-SP, Paulo Mariante, estarão em Brasília.

Eles têm agendada reunião no Palácio do Planalto com o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro. O encontro foi uma conquista do setorial fluminense, que vinha já há algum tempo insistindo na necessidade desta reunião, como meio de tomar conhecimento de todas as iniciativas já adotadas pelo governo Lula contra a discriminação a homossexuais.
“Há um grande senão completo desconhecimento das políticas de combate à homofobia que o Governo Lula vem não só adotando, como também incentivando para que outras instâncias governamentais também as adotem”, disse ao Portal do PT-RJ o coordenador do Setorial LGBT do PT-RJ, Nei Vieira.
Combate à homofobia Segundo ele, entre a população o desconhecimento é ainda mais generalizado. Tanto ele quanto Mariante, de São Paulo, publicaram, recentemente, artigo no Jornal do Brasil contrapondo opiniões expressas anteriormente em uma reportagem do jornal, em que era feita alusão a um comportamento “oportunista” dos partidos políticos dos movimentos de gays e lésbicas.
“Em relação às paradas do orgulho GLBT, o PT não surgiu de pára-quedas, pois no caso da maior Parada do Brasil, a de São Paulo, o Núcleo de Gays e Lésbicas do PT-SP esteve junto aos demais grupos de militância, desde sua primeira edição”, escreveram os dois dirigentes petistas.
O artigo, para quem se interessar, está disponível neste Portal do PT-RJ, bastando acessar o setorial na coluna à esquerda da página principal. A matéria foi publicada no dia 10 de março, sob o título “O Governo Lula e o combate à homofobia”.
O Portal do PT-RJ irá acompanhar a reunião em Brasília, de forma a manter os internautas informados deste encontro que ocorre nesta próxima segunda-feira, após a Páscoa.
Do Portal do PT-RJ (www.ptrj.org.br

4/10/2006

OPOSIÇÃO NÃO TEM MORAL

10/04/2006 - Pesquisa comprova acerto do governo Lula, analisam deputados

Deputados do PT avaliaram que a onda de denuncismo contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não atinge sua administração e que a população está reconhecendo os avanços promovidos pelo governo. A avaliação foi feita a partir da análise de dados de pesquisa Datafolha divulgada no último final de semana e que demonstra ampla vantagem do presidente sobre os demais candidatos.
“Nas minhas caminhadas pelo país, percebo que boa parte desta crise recai sobre o Congresso. Entendo que o bom desempenho do presidente Lula se dá em função da percepção da população da melhoria nas condições de vida, emprego, salários e assistência social”, disse a deputada Iara Bernardi (PT-SP).
Para a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), o favoritismo do governo Lula frusta as diversas tentativas da oposição de desestabilizar o governo Lula. “A oposição apostou que com mais denúncias contra membros do governo Lula seu desempenho iria despencar nas pesquisas eleitorais mas, pelo contrário, ele continua liderando como o candidato favorito”, disse.
Segundo a parlamentar, a população esta conseguindo separar o “joio do trigo”. “As pessoas estão percebendo o acerto do governo. Estão reconhecendo os inúmeros avanços que estamos realizando em diversos setores”, destacou. Além disso, de acordo com a petista, o desempenho do presidente é ainda maior quando as pessoas comparam as ações deste governo com as do governo anterior.
Na avaliação do deputado Dr. Rosinha (PT-PR) a liderança do presidente Lula ocorre por três razões: resultados do governo, saturamento das denúncias e pela falta de credibilidade da oposição para denunciar. “Em primeiro lugar, a população sente as melhorias do governo petista em relação ao governo de 8 anos de Fernando Henrique Cardoso. O segundo motivo, é que as pessoas estão cansadas de denúncias vazias e forçadas e, o terceiro motivo, é a falta de credibilidade da oposição para fazer críticas ao governo Lula. As pessoas sabem que o PFL e o PSDB não têm moral para este tipo de coisa”, disse.
Novos rumos
Para Rosinha, a forma com que a oposição está tentando construir suas candidaturas é equivocada e não surtirá efeitos. “Se eles (a oposição) forem inteligentes vão perceber que não é desta forma que se conquista votos. Eles precisam construir suas candidaturas a partir de propostas e projetos de melhoria”, finalizou. Segundo Rosinha, a expectativa é que o presidente continue liderando todas as pesquisas eleitorais até o final de seu mandato.
Pesquisa: Sem PMDB, Lula vence no 1º turno
Maioria acredita que Lula será reeleito, diz Datafolha
Agência Informes (www.informes.org.br)

4/03/2006

Sabem porque a oposição está tão feroz? Por isso, eles sabem que no voto, nas urnas, eles vão perder feio. A grande imprensa esconde a gente mostra.Alguns números que a grande imprensa não divulga !


Pernambuco: Lula:63%Alckmin: 7%

Paraíba: Lula:55%Alckmin:15%

Ceará: Lula:65%Alckmin:9%

Piauí: Lula:53%Alckmin:4%

Rio Grande do Norte: Lula:68%Alckmin:11%

4/02/2006

PARAÍBA É LULA

Correio da Paraíba (31/03/06)
Consult: Lula tem 54,8% entre paraibanos

A mais nova pesquisa CORREIO/Consult aponta, na Paraíba, folgada vantagem do presidente Lula, candidato à reeleição pelo PT, sobre seu principal concorrente, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que renunciará ao cargo hoje (31) para ser candidato à Presidência pelo PSDB. A diferença em favor do presidente é de 39,65 pontos percentuais. De acordo com a Consult, o presidente Lula tem a preferência de 54,80% dos eleitores do Estado contra 15,15% das intenções de votos conferidas ao governador Geraldo Alckmin. Na pesquisa de fevereiro, na simulação de chapa com o nome do governador Geraldo Alckmin (São Paulo), o presidente Lula liderava com vantagem de 36,80 pontos percentuais. Na pesquisa anterior, Lula tinha 54,05% das intenções de voto dos paraibanos. Em janeiro ele tinha 44,70% e, em dezembro, aparecia com apenas 37,15%. O governador Geraldo Alckmin tinha 17,25% da preferência do eleitorado paraibano em fevereiro, 22,20% em janeiro e 23,65% em dezembro de 2005.

3/29/2006

É LULA GENTE!!!!!!!!!

Não é estranho que a pesquisa Vox Populi esteja escondiada na Folha Ilustrada, na coluna de Mônica Bergamo, será que se Lula estivesse em baixa ela estaria lá ou seria manchete na FSP?

LINHA RETA
O Vox Populi finalizou na segunda uma pesquisa nacional para um cliente privado. O resultado deixou Marcos Coimbra, dono do instituto, surpreso: o escândalo da retaliação do governo ao caseiro Francenildo Costa não abalou a popularidade de Lula. As intenções de votos no presidente permaneceram no patamar revelado há dez dias pelo Datafolha:
42%.<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2903200609.htm>